Sunday, May 15, 2005

Opurtunidade...

É preciso ter olho para o negócio, mas este não é para mim. Tanta opurtunidade desperdiçada, tanto momento opurtuno que deixei passar em branco. Um dia deixarei de estar atado a esta falta de força, que me faça desvendar este mistério. Espero, mas espero, que quando este dia chegar, não seja tarde de mais. Sonho, aliás, tenho pesadelos, contigo e outra pessoa. Acordo com lágrimas a escorrerem-me pela cara abaixo enquanto estás alegre com outra pessoa. Eu sei tão bem quem ele é, mas penso que não me deveria meter nesses assuntos. Nós falamos sobre tanta coisa, mas nunca sobre isso, nós. Pergunto-me, porém, se valerá apena desatar-me, se alguma vez me virias a dizer que sim. Loucura minha a acreditar nisso. Felizmente não sou o único louco, porque não sou o único a acreditar. Agora penso... Serão os outros a estarem correctos? Sempre, mas sempre gostei de ouvir segundas opiniões, mas como me diziam sempre que sim, hoje em dia deixei de acreditar. Não vale apena ouvir algo que não me (nos) leva a lado nenhum.
Agora paro para descansar de um dia inútil, mas o lema continua de hoje, de amanhã será o mesmo. Não sei mesmo quando irei mudá-lo, é difícil advinhar tal coisa, mas simplesmente, é uma coisa que não se controla, apena se domina... Agora digo, para terminar. O negócio - como lhe trata uma amiga minha - já esteve pior, mas nunca irá ter um fim com lucros, proveitos, o que lhe quiserem chamar. Este nunca sou eu que o digo, mas já é algo que tento, ou pelo menos me convenço, dizer a mim próprio, pois quando o dia chegar (se chegar) não ter um grande precurso até chegar ao chão...
«assim passa mais um dia em que nada se fez, mas já sabemos que dia após dia, os dias irão ser assim...»
Alexandre MM Caetano

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