Saturday, October 30, 2004

Mais um ano que acaba...

Não posso dizer que o ano do 18 tenha sido muito mau, apesar do seu fim. Quando começou, andava eu perdido por uma miuda que de repente conheci. Aqueles olhos castanhos que me hipnotizavam, aquelas sardinhas no nariz que me faziam maluco. Era da minha faculdade, apesar de outro curso. Aprendi com essa, um defeito meu, a pressa. Quis fazer tudo muito depressa, e quando fui todo lampeiro, a coisa correu mal, e deu-me para trás. Entretanto veio um Natal com algumas prenditas, e consequentemente o Ano Novo. Que bela passagem de ano que se viveu, apesar do seu inicio de noite. Fomos para uma casa em que foi a rapariga que eu amava, com o seu namorado. Foi péssimo, ao jantar só queria chorar, mas lá me aguentei. Depois começou o melhor, miminho para aqui, miminho para ali, e começava uma nova paixão. Tudo corria lindamente até ao mês de Fevereiro em que tudo começou. Agora sem pressões minhas... Uma rapariga, também minha amiga, Quis apressar tudo. Foi mau, péssimo, andei 2 meses a ver se me curava daquele amor, felizmente com exito. Até a meados de Junho, talvez Julho, todo corria bem, a faculdade, as coisas com a familia, tudo... Depois novo amor, apesar que muito diferente dos outros 2... Parecia que não era tão proximo. As coisas tavam todas a correr tão bem até que fiquei num dilema. Amizade ou amor? Pois é, tinha a minha melhor amiga a fazer pressão para deixar-me dessas ideias, e de quem eu amava a mostrar algum interesse. Ainda a duvida continua até hoje, apesar de já ser outro ano. O resto da minha vida tudo se manteve igual, constante, felizmente, porque variar nunca foi comigo. Transformações radicais não existiram, porém, prevejo algo bom neste próximo ano. O ano começou com chuva, representante da minha condição psicológica naquele momento, mas veremos o que será. Advinhar é proibido, e nunca gostei de saber o que lá vem, apesar de pensar que até nem seria mau de todo. Enfim... Desabafos aqui na net, meu querido diário. Ou não?

Alexandre MM Caetano

3 comments:

Susana Nunes said...

Em primeiro lugar, não consigo resistir a fazer um comentário mais superficial: gostei de, finalmente, teres feito um post maiorzito, depois de tantas críticas e queixas... Não custou assim tanto afinal, pois não? ;)
Depois, quanto à essência do teu texto, achei importante aquela ideia da "pressa". Realmente aquela expressão que diz que "a pressa é inimiga da perfeição" faz todo o sentido, pelo menos para mim. E cada vez mais tenho consciência disso, sobretudo no que diz respeito a sentimentos e relações. Há coisas que não podemos precipitar, que não podemos "inventar", mas que têm de fluir naturalmente de dentro de nós.
Outra questão importante é aquela das fronteiras entre a amizade e amor. Já falámos disso há dois posts atrás, mas não deixa de ser algo pelo qual todos nós já passámos, pelo menos uma vez na vida. É uma situação extremamente complicada, com muitos prós e contras... Mas parece-me que, se combinarmos com aquela ideia da "não-precipitação", vai-se tornando mais simples e mais clara.
Por fim, tens de ver que toda esta agitação neste ano que passou, todas estas novas experiências, te fizeram aprender muito, logo, apesar de não terem sido muito bem sucedidas, tiveram os seus aspectos positivos. E tenho a certeza de que este ano vai ser melhor. Chama-lhe sexto sentido feminino... ;)

Alexandre Caetano said...

Oh!.. Isso queria eu, que corresse melhorzito... Mas vamos lá ver... Ainda agora começou

Alexandre Carvalho said...

Vou começar a deixar de escrever, visto q a susana deixa-me com muito pouco para dizer de novo... e de novo volto a fazer tuas as minhas palavras... ;)
E a única coisinha q eu posso acrescentar, é q tu aprendes com os erros. Até o podes cometer mais q uma x, isso n é necessariamente mau, visto q te ajuda a q no futuro n os voltes a cometer. E sempre é preferível fazê-los agr do q depois, n é verdade? Pq, lá está, n nos devemos precipitar em construir muito rapidamente as bases e fundações do que queremos para a nossa vida... Metaforicamente, imagina q a nossa vida é uma casa, e nós queremos fazer dela a casa dos nossos sonhos (mais 1x, o sonho...), dessa casa n podes esperar seres tu a definir qdo é q ela está pronta e acabada: porque ela nunca está. E assim, se queres mesmo encontrar o teu caminho, tens q saber construí-la devagar, para n correres o risco de ela cair. E voltar a cair. E entretanto, há q aproveitar o caminho q tomamos até essa casa ficar pronta... Há que aproveitar esse caminho...sempre. =)