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Tuesday, May 01, 2007

The real Turkey

"When hundreds of thousands of protesters filled the streets of Istanbul on Sunday, it may have looked like a protest of government policy.

It was not.

Behind the slogans and signs of marchers in Istanbul on Sunday and in Ankara two weeks ago was something much more basic: a fear of the lifestyles of their more religious compatriots.
(...)"


In The New York Times.

"It was with a certain excitement that I got up in the morning, early, to head for the protest that everyone has already heard about.
If you've been living in a cave, Istanbul has been home to the biggest protest known in the history of our Republic, the Caglayan rally.
People from all over Turkey arrived in Istanbul early on a warm summeresque morning to voice their opinion on the current political affairs.
(...)
Once we got closer to the meeting point, we got greeted by police men and women who were doing searches, just to make sure that we could rant in complete security. (...)
The press was already there but they weren't very welcome. The first rally that was organized in Ankara on the 14th of April had been badly covered and belittled by the press. Each time a journalist was spotted they were booed away. Especially the ones related to Dogan Media Conglomerate. (...)
Everyone stocked up on survival food and around 11.30 we were already singing and chanting slogans.
The incredible variety of citizens that was there was amazing. Students, elder people, villagers that came specially for the occasion, veterans... All side by side to defend their opinion.
(...)
Minutes and hours passed by and speeches were made, songs were sung. Thousands and hundreds of thousands of people became one and revolted against the possibility of an Islamo Fascist near future. They demanded that all other parties become one and fight the AKP. (...)
Even though by that time it was already 6pm which had meant that I hadn't sat down for 8 hours. Exhaustion was close but it was all worth it.
The protest ended towards Tunnel in Beyoglu around 7pm. There was no violence. No provocation. No threat. It was just a warning.
"

By Idil Jans, in Metroblogging Istanbul.

Saturday, April 07, 2007

God hates Pokemon

"The Kansas Board of Education approved a controversial measure yesterday that will ban all Pokemon video games, trading cards, and related merchandise because of the franchise’s blatant promotion of evolution. The vote, which passed by a narrow margin after weeks of debate amongst members of the board, is being hailed as a victory by conservatives and religious groups. Teachers will now be required to search their students at the beginning of the school day to make sure that they aren’t carrying any copies of the game. Any copies that are found will be immediately and permanently confiscated, and the student may be subject to punishments ranging from a temporary suspension to outright expulsion for repeat violators.
Many Kansas churches also held events geared towards encouraging children to drop the game, ranging from several “Pokemon burnings” where copies of the games were thrown into large bonfires, to programs that provided students with a free Bible for every game they turned in to church authorities."
In The Last Boss.
Discovered here.

Friday, March 23, 2007

No comments

"(...) Uma mulher de origem marroquina mas com passaporte alemão, de 26 anos e mãe de dois filhos, pediu ao tribunal de família de Frankfurt autorização para se divorciar rapidamente do marido, que lhe batia e ameaçava matá-la. Mas a juíza que apreciou o caso considerou que não havia pressa. Por quê? Porque o casal é originário de uma cultura muçulmana, e o Corão autoriza os maridos a castigar as suas mulheres. (...)"
No Público de hoje.

Sunday, June 11, 2006

What is faith?

You can find the answer here (but probably you won't) .

Thursday, May 18, 2006

Wednesday, April 19, 2006

Um interessante artigo sobre Cientologia no The Independent. Gosto especialmente quando é citado L. Ron Hubbard, o fundador deste sistema de crenças:

«Writing for a penny a word is ridiculous. If a man really wants to make a million dollars he should start his own religion.»

Friday, April 14, 2006

«Passar demasiado tempo a ver televisão, navegar na internet ou ler jornais acaba de entrar no rol das actividades consideradas pelo Vaticano como “pecados”. (...)»

Correio da Manhã, 14 de Abril de 2006

Friday, February 10, 2006

(...) Com a caricatura do profeta, o jornal dinamarquês cometeu não tanto o pecado de ultrapassar quaisquer limites, mas o erro de ter fornecido um instrumento de agitação às forças promotoras das violentas manifestações anti-ocidentais no mundo islâmico que, quase cinco meses após a publicação, serão tudo menos espontâneas. Não só com bombas se faz o terrorismo...

by Rui Camacho, in Jornal de Notícias

Wednesday, February 08, 2006

Mais umas achas para a fogueira...

O cartoon de Lars Refn, publicado no Jyllands-Posten, foi o único que, apesar do pedido do jornal, optou por não representar Maomé, o profeta, mas Mohhamed, aluno do 7ºA. O jovem aponta para um quadro onde se pode ler, em persa: «Os jornalistas do Jyllands-Posten são um bando de provocadores reaccionários».

Lars Refn usou da sua liberdade de expressão como queria e não como lhe foi ecomendada. O jornal, apesar de amar a liberdade de imprensa, não gostou da graça e escreveu, como legenda: «pensamos que Lars Refn é um cobarde que não entende a gravidade da ameaça muçulmana à liberdade de expressão». Parece que o Jyllands-Posten adora a sua liberdade, mas não convive bem com a liberdade dos outros. Insultar o jornal que lhe publica o desenho, isso sim, é ter tomates.

e...

Há 3 anos, o mesmo jornal que agora encomendou e publicou os cartoons sobre Maomé recusou-se a publicar outros, sobre Cristo, da autoria de Christoffer Zieler, porque provocariam «uma grande agitação».


by Daniel Oliveira, in Aspirina B

O outro lado

Não é verdade que o islão, religião em que a simplicidade faz a força, proíbe o roubo e apregoa que se dê esmola aos mais desfavorecidos? E os Irmãos, não deram eles sempre o exemplo? Em Gaza, no Cairo ou nos subúrbios do Sul de Beirute, onde o Estado não consegue fazer nada pelos mais pobres, são os islamitas que asseguram os serviços sociais.
Paralelamente, a imagem que dá, dele mesmo, o mundo ocidental às massas muçulmanas tem-se esbatido consideravelmente. Os islamitas podem assim facilmente ensinar aos seus correligionários que os ocidentais “já não acreditam em nada”, perdidos como estão no seu hiper consumismo. Que modelo moral poderão oferecer as sociedades europeias, que têm medo de fazer filhos e que abandonam os seus velhos nos lares de terceira idade?


by JAM, in Briteiros.

Cartoons

Finalmente uma opinião com que concordo.

Dando de barato que muitos dos desenhos são uma generalização perigosa, racista e por isso condenável (até de um ponto de vista legal), a sua existência é um facto.
Ora existindo e tendo sido difundidos, cabe a todos os que querem deixar um futuro melhor para os filhos lutar pela sua existência, não vergando, em circunstância alguma, a espinha a quem ficou incomodado e se acha no direito de rebentar com tudo à sua frente.

O problema, a haver problema, é para ser apresentado ao sistema judicial da Dinamarca (e eventualmente dos países onde foram publicados), isto no caso de haver indívíduos que pretendam algum tipo de reparação e/ou condenação dos artistas. E depois é aguardar com paciência que a Justiça se pronuncie sobre os putativos ilícitos.

Que alguns líderes do Islão não percam uma oportunidade que seja para virem para a rua armados em guardiões da moral suprema, não devia ser qualquer coisa capaz de amedrontar a Europa desta maneira.

Isso é que assustador.


by PBM, in Aos 35.

Friday, December 09, 2005

Islam tests French secularism

On Friday, France is marking 100 years since the separation of Church and State. With Islam on the rise in the restive suburbs, French-style secularism is being questioned. Concluding a series on French Muslims, Henri Astier asks whether it can remain a core value of the Republic.
To outside observers, French secular laws can work in mysterious ways.
Consider the country's top two religions. One, bringing together six million faithful, is thriving: converts are joining all the time and prayer halls are springing up.
The other is languishing. The number of preachers has halved in 40 years. With dwindling congregations, places of worship are inexorably closing down.
Yet no public money can go to the first, while millions of euros are spent every year on maintaining buildings the second no longer needs.
The reason is that under the 100-year-old law that founded modern French secularism, the state offered to take over the churches' existing buildings, while cutting all others' ties.
The French Catholic Church - the foundering religion described above - eagerly accepted the offer. Islam - the new, thriving faith - was not there to do so.
Concentrated in poor suburbs of Paris, Lille, Lyon, Marseille and other cities
Many conclude that the 1905 law is in serious need of updating.
"It should be revised to allow the central government or local authorities to contribute to the construction and the upkeep of mosques or pagodas," Manuel Valls, an MP for the socialist party, told the BBC News website.
Mr Valls, who has written a book entitled La Laicite en face (Looking Secularism in the Face), says such a revision would be only fair.
Above all, it would help counter what he views as a real threat to the Republic: meddling by outsiders from Saudi Arabia and other Muslim countries.
"A change [in the 1905 law] would prevent mosques being financed by foreign powers - notably the Wahhabi kingdom," Mr Valls says.
The socialist MP is not alone. Calls to amend the law on the separation of Church and State are getting louder, and transcend party politics.
Interior Minister Nicolas Sarkozy, a popular conservative, supports reform for much the same reasons as Mr Valls.

FRENCH ISLAM

Second largest religion
Five million Muslims (estimate)
1,600 places of worship
35% Algerian origin (estimate)
25% Moroccan origin (estimate)
10% Tunisian origin (estimate)

(...)

BBC News, 9 de Dezembro de 2005

Tuesday, November 29, 2005

Telenovela religiosa II

"O padre de Ranhados, Meda, está barricado desde domingo na sacristia da igreja daquela aldeia, tudo porque o bispo de Lamego o quer transferir para outra paróquia. Os populares, que exigem a permanência do padre na aldeia, fazem-lhe companhia e dão-lhe de comer e beber.
O padre Luís António, de 30 anos, natural de Beira Valente, Moimenta da Beira, e colocado há dois anos em Ranhados, barricou-se na sacristia no final da missa de domingo, realizada às 15 horas. “Não fui sequestrado. Já disse à GNR que estou aqui de livre vontade. Tomei esta decisão após aquela que seria a minha última celebração religiosa nesta paróquia”, salientou o padre.
“Foi uma surpresa o pedido que me fizeram para ficar. Não podia dizer que não a estas pessoas que me acarinharam como filho desde o primeiro dia que aqui cheguei.”
É na pequena sacristia que uma dezena de fiéis acompanha o “padre amigo” e “membro da família de Ranhados”. Levam-lhe as refeições, o café e fazem-lhe companhia. Até quando? “Até que o sr. bispo de Lamego decida que o sr. padre fica connosco”, respondem em coro.
Porque está a “cumprir a vontade dos fiéis”, Luís António afirma estar pronto para assumir as consequências do seu acto que vai contra o voto de obediência que deve ao seu superior hierárquico. As sanções podem passar pela suspensão do padre e dos serviços religiosos à população.
Em seu abono, o pároco alega: “Não estou a desobedecer a ordens superiores, porque se trata de uma obrigação. Obedeço sim ao pedido destas pessoas tal como um bom pastor que trata e não abandona o seu rebanho.” O bispo de Lamego foi apanhado de surpresa com a atitude do padre Luís António. “O que ficou combinado é que no domingo seria a última vez que celebrava em Ranhados, depois iria para Sendim”, disse ao CM o monsenhor Eduardo Russo, vigário-geral da Diocese de Lamego.
"

Correio da Manhã, 29 de Novembro de 2005.

Sunday, November 27, 2005

Retirada de crucifixos das escolas públicas - Telenovela religiosa I

"A ordem de retirar os crucifixos das escolas é fortemente contestada por bispos e leigos católicos. A Igreja Católica sente-se perplexa com a atitude do Ministério da Educação – ordenar a retirada de crucifixos das escolas públicas.
Os bispos admitem a tomada de posição pública para repudiar a iniciativa governamental, considerando que está a ser “desrespeitada a matriz cultural do povo português”.“Lamento e não compreendo as razões que possam motivar uma determinação tão grande em afastar todos os símbolos religiosos”, afirmou ontem ao CM o presidente da Conferência Episcopal Portuguesa, D. Jorge Ortiga, reagindo às ordens que as direcções regionais de Educação estão a enviar, por ofício, às escolas onde subsistam ainda crucifixos em salas de aula."

Correio da Manhã, 27 - 11 - 2005

Saturday, September 17, 2005

Religion

You scored as Hinduism. Your views are most similar to those of... Hinduism! Do some research on Hinduism and possibly consider becoming Hindu, if you aren't already.


Hinduism

67%

Paganism

63%

Buddhism

54%

Christianity

50%

Islam

46%

Judaism

46%

Satanism

33%

agnosticism

29%

atheism

25%

Which religion is the right one for you? (new version)
created with QuizFarm.com



Via: dawn of the herd.

Thursday, September 01, 2005

TVI & Religião

«O representante português da empresa espanhola de capital de risco LP-Brothers Venture Capital, Pedro Xavier Pereira, anunciou ao DN, ao início da tarde de ontem, que a Igreja Maná é o seu parceiro-mistério para entrar no grupo Media Capital.
"Estamos com a Igreja Maná na operação, com a ideia de deter uma posição estratégica no grupo Media Capital", disse ao nosso jornal o partner da LP-Brothers.
Horas mais tarde, o responsável e fundador da Igreja Maná, o apóstolo Jorge Tadeu, confirmou à agência Lusa que está, em parceria com a LP-Brothers Venture Capital, a estudar a forma de adquirir uma participação no grupo que detém a TVI.
Para tal, acrescentou o mesmo responsável, "a aquisição pela Igreja da participação na Media Capital será feita através do grupo de media Maná Sat", unidade de media da Igreja (ver caixa ao lado). (...)»

Fonte: Diário de Notícias, 1 de Setembro de 2005.

Thursday, July 28, 2005

Canal ortodoxo russo quer reforçar identidade

«Chama-se Spas (O Salvador) e promete ter por missão reconstruir a identidade nacional russa. Será assim o novo canal ortodoxo russo que deverá ser hoje lançado.
O seu financiamento é assegurado por empresários ortodoxos, contando ainda com a ajuda do Patriarcado de Moscovo, segundo relata a agência France Press. O propósito de catequizar os espectadores é assumido. "Seria estúpido e criminoso não utilizar a televisão para propagar a palavra de Deus",afirmou Dmitri Smirnov, sacerdote que vai também dar a cara na antena.
"A televisão russa de hoje em dia não faz mais do que distrair, tornando-se prejudicial. Acaba por danificar a identidade nacional", explicou Alexandre Douguine, filósofo ortodoxo.
O novo canal não vai emitir publicidade e a oferta de filmes e séries será bastante limitada, como admitem os responsáveis, uma vez que nem todos os conteúdos se coadunam à doutrina.
Prioridade terão as imagens de uma aldeia russa, de aspectos relacionados com a história e tradição russa, ficando, por exemplo, para segundo plano, cenas de praia.
Uma das suas apresentadoras, a histórica deputada do movimento nacionalista Rodina, Natalia Narotchnitskaïa, por seu lado, revelou que falará da história nacional num "emissão ortodoxa laica" com o objectivo de levar para o espaço mediático russo as noções de bem e do mal". Disse ainda "As pessoas são ortodoxas no seu íntimo", esquecendo, como disso dá conta a France Press, que existe uma maioria muçulmana, além de todas as outras religiões de menor expressão.
Desde o fim do comunismo que a Igreja ortodoxa tem vindo a ser encorajada pelas autoridades russas.
(...)»

Fonte: Jornal de Notícias.

Wednesday, July 27, 2005

Nove mulheres ordenadas padres

«Nove mulheres norte-americanas foram ordenadas padres, ontem, no Canadá, desafiando assim o Vaticano, que se opõe, vigorosamente, à ordenação das mulheres. (...)»

Fonte: Jornal de Notícias.

Wednesday, May 25, 2005

«Apenas posso dizer que o martírio é o máximo de felicidade e orgulho a que alguém pode aspirar e que os militantes aspiram por essa oportunidade meses, nalguns casos anos.
O mártir tem uma sensação indiscritível. O martírio é como passar da clausura de quatro paredes estreitas para um outro espaço imenso.
(...) O martírio converteu-se num acto fundamental da nossa cultura. Crianças, mulheres, milhares de palestinianos desejam tornar-se mártires. A devoção a que se assiste nos funerais dos mártires é a melhor prova.
»
Abdallah Shami (ayatollah dos palestinianos)
in Entrevistas no Centro do Mundo