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Wednesday, May 30, 2007

Bem visto

Tou Mad p ñ ter Rolling Eyes nada d k tu tavas dzer tou msm Embarassed dass Evil or Very Mad

Ora, se os erros de ortografia não contam para a avaliação, se só conta a compreensão do texto do parte do aluno, é possível que haja tantos erros que não se compreenda se o aluno compreendeu. Portanto, neste caso, por absurdo e por uma vez sem exemplo, os alunos podem escrever em linguagem messenger/SMS, né?

Monday, October 23, 2006

Questões da linguagem

Eu sei que já não é a primeira vez (nem será com certeza a última) que falo aqui neste assunto, mas vale sempre a pena mais um alerta.

As "forças de segurança" em força

(...) Em 23 de Outubro de 1956, as forças de segurança as forças de segurança reprimiram duramente manifestações que exigiam o fim da ocupação soviética da Hungria, duramente reprimidas pelas forças de segurança. (...)

Visão Online, 23 de Outubro de 2006

Thursday, September 28, 2006

E que tal "matar sem gravidade"?

Um homem armado sequestrou, esta quarta-feira, duas alunas de um liceu em Bailey, no Colorado, matando uma delas com gravidade, antes de se suicidar (...).

In Visão Online, 28 de Setembro de 2006.

Thursday, July 06, 2006

After 10 months away...

... my Portuguese is a bit strange. Hopefully, my English is better than ever. But I guess a wouldn't survive more than one day with my Turkish.

Monday, June 20, 2005

De olhos bem abertos... IV

«Evitar que políticos legislem sózinhos sobre os próprios vencimentos e subvenções é um caminho apontado pelos estudiosos»

«Uma da conclusão que se pode retirar do que foi dito pode ser resumido numa frase de um destes: "Ninguém deve legislar em causa própria".»

«Esse é um grande tema na América Latina, porque as imunidades são definidas de forma muito ampla, isentando o paramentar de responsabilidade civil e criminal, pelo menos enquanto o mandato dura.»

«Speck adianta ainda que este procedimento não precisa de ser limitados aos políticos, podendo alargar-se a todos os cargos na administração pública.»

"Subvenções e salários parlamentares: "Ninguém deve legislar em causa própria"
Público, 20 de Junho de 2005

Thursday, June 16, 2005

De olhos bem abertos... I

Nestes últimos tempos, tenho-me apercebido de que a escrita jornalística está cada vez com mais falhas, mesmo em jornais ditos "de referência" (ou então só agora é que abri os olhos). Por essa mesma razão, achei que seria interessante inciar neste blog uma série de posts com algumas referências a gralhas com que nos deparamos no dia-a-dia (jornais, TV, rádio). Espero que não fiquem com a ideia de que me considero superior aos outros no que diz respeito a este assunto (nem de perto), mas penso que isto nos proporcionará alguns momentos interessantes (para não dizer divertidos). Para além disso, é sempre uma boa forma de aprendizagem.
Para começar, aqui ficam dois breves excertos de uma notícia, que, há uns dias, me deixou algo intrigada:
«A vítima do processo Casa Pia que ontem depôs em tribunal, na 58ª sessão do julgamento, apontou a Carlos Silvino, o principal arguido deste caso, um único crime - de violação gravada -, quando o despacho de pronúncia o indica como alvo de dois crimes, sendo o outro, não confirmado pelo menor, de violação na forma tentada.»
«Segundo o despacho de pronúncia, a violação deste jovem e de um outro - que prestou declarações na segunda-feira, ligeiramente débil mental e com 12 anos, quando foi vítima desses abusos - ocorreu numa colónia de férias em Albufeira, no Algarve, no Verão de 2000, num balneáreo junto ao campo onde jogavam futebol.»
Gostaria que me alertassem para qualquer confusão que possa estar a fazer (i'm not perfect) e que passassem, igualmente, a tomar nota destas pequenas coisas, para que possamos dialogar sobre elas. Este blog está sempre receptivo a colaborações.


Nota: excertos retirados da notícia "Uma das mais jovens vítimas de Silvino declara a sua raiva",
Público, 9 de Junho de 2005.

Wednesday, May 18, 2005

Quanto maior melhor...

... a amostra.

Tuesday, May 17, 2005

«Em boa parte dos vossos discursos o pensamento fica meio assassinado. Porque o pensamento é uma ave do espaço que metida numa gaiola de palavras pode abrir asas, mas não pode voar.»

Khalil Gibran, O Profeta

Tuesday, May 10, 2005

Ironic

«It's meeting the man of my dreams
And then meeting his beautiful ... husband
»

Alanis - 10/05/2005

Sunday, October 31, 2004

Relação Meios / Fins

No Sábado passado originou-se uma pequena discussão sobre um tema que me parece merecer alguma reflexão: será que dizer "os fins justificam os meios" ou "os meios justificam os fins" vai dar ao mesmo?
É uma questão, para a qual, assim à primeira vista, também não tenho resposta. Talvez simplifique um pouco o problema se o adaptarmos à prática. Quanto à primeira expressão ("os fins justificam os meios"), podemos, por exemplo, imaginar que um país qualquer está a passar por um período de crise financeira extrema. O Governo desse país, para a superar (o fim), pode tentar vários caminhos (os tais meios). Pode, por exemplo, implantar uma série de novas reformas a nível económico, pouco drásticas e aparentemente de pouco impacto, que possivelmente resolverão o problema, mas apenas a longo prazo. Ou então, pode enveredar por uma solução mais drástica, diminuindo os salários, aumentando consideravelmente os impostos, entre outras reformas, que serão de um impacto muito maior, mas que trarão resultados a curto prazo, e visivelmente mais satisfatórios a nível governamental (mas não a nível populacional, obviamente). Se questionassem o Governo sobre as suas decisões, muito provavelmente, este responderia que "os fins justificam os meios", isto é, que a superação da crise justifica as decisões tomadas.(Este exemplo parece-me um pouco familiar, não sei porquê.)
Quanto à segunda expressão ("os meios justificam os fins"), se aplicarmos o mesmo exemplo, poder-se-ia dizer que as decisões tomadas justificam a superação da crise? Perde o sentido, não? Mas, por exemplo, um estudante tem de fazer um determinado trabalho, mas os recursos de que dispõe não são muitos, o que o limita um pouco, e acaba por ser avaliado com uma nota pouco satisfatória. Ele poderia afirmar que os recursos de que dispunha justificam a nota que teve, isto é, que "os meios justificam os fins". Do mesmo modo que no exemplo anterior, ele não poderia dizer que a nota que teve justifica os recursos de que dispunha ("os fins justificam os meios"), pois não teria sentido algum.
Em conclusão, as duas expressões podem ser consideradas correctas, mas não no mesmo contexto, pois se substituirmos uma pela outra, o que é dito deixa de fazer sentido. Com esta reflexão, espero ter contribuído para o esclarecimento e para a "iluminação intelectual" dos frequentadores do nosso blog, pelo menos para mim serviu... =P