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Monday, March 26, 2007

Weather forecasters & global warming

"(...) A bigger problem, though, is that TV meteorologists are discouraged - by convention and regulatory guidelines - from editorialising about the weather. If a February heatwave is followed by an arctic March, with days in between on which Noah would feel at home, these can only be presented as "bit of a surprise for the time of year" or "seasonal extremes". The forecasters are not allowed to talk about the most important part of their story, which is why the weather might be happening. (...)"

In The Guardian.

Monday, March 19, 2007

Aceitam-se apostas

Para a percentagem do aumento do n° de incêndios de origem criminosa.
"O Governo alterou a lei que impunha a proibição de construir, num prazo de dez anos, em áreas florestais atingidas por incêndios. A partir de agora vai ser possível construir alegando interesse público ou empreendimentos com relevante interesse geral. (...)"
Artigo publicado no Correio da Manhã.

Friday, May 05, 2006

Wednesday, February 08, 2006

"There are easier ways to help the environment"



Publicidade da Reflex Recycled Office Paper
Agência: O'Keefe Murphy Gaff (Austrália)
Roubada daqui.

Thursday, September 22, 2005

I have not dısapeared...

Bem seı que tenho andado um pouco ausente, mas por aquı cosıdera-se que a maıorıa dos blogues têm de ser bloqueados por "possíveıs conteúdos ılícıtos e/ou pornográfıcos" e não é fácıl encontrar-se um pc que fuja a esta onda de conservadorısmo. Desta vez tıve sorte.
Poderıa aproveıtar esta fantástıca (e rara) oportunıdade para dızer muıta coısa e contar muıtas novıdades, no entanto, acabeı de ler algo que merece ser o prımeıro assunto a ter o prıvılégıo de ser mencıonado. Parece que o hıpermercado Contınente teve (ou copıou muıto ıntelıgentemente) uma ıdeıa fantástıca: sacos novos de 4 cores diferentes, que servirão "para ajudar na reciclagem: o saco amarelo para o metal, o verde para o vidro, o vermelho para o plástico e o azul para o papel. Já que muitos de nós usamos os sacos dos hipermercados para colocar o lixo, souberam aproveitar a ideia para implementar hábitos de reciclagem". Isto sım é dıgno de ser dıvulgado.


Fonte: Blogotınha.

Sunday, September 04, 2005

A destruição dá-nos imagens impressionantes...

(clicar no título para ver)

Monday, August 22, 2005

«a arder»

«(...) Às vezes apetece-me gritar (até para mim própria, notem) Abri os olhos!, gente que passais a vida enfornados nos vossos assépticos apartamentos citadinos, cubículos de vaidade onde mal cabem os vossos egos insuflados. Abri os olhos, gente que se enoja ao primeiro salpico de lama e rebenta em erupções cutâneas à mera ideia do despontar da verdura primaveril. Acordai!, que a Natureza está a desaparecer e o futuro dos vossos filhos está a arder.
Convencei-vos de uma coisa: sem Ela por perto, nós somos nada - e não há cá plasmas, nem ipodes, nem pecês xispeteó, nem playstations, nem turbos último modelo que nos salvem, se teimarmos em renegá-la e em empurrá-la para o quintal do vizinho ou para aquela abstracção longínqua a que convencionámos chamar de campo.
Dá-me ganas, isto tudo. Alguém tem que pagar por esta desgraça. Não, não falo do retorno aos obscuros meandros medievais da vindicta privada (embora...) , mas sim da responsabilização efectiva. A responsabilização política, de quem ano após ano permite esta catástrofe, descurando a prevenção e desprezando as suas consequências (tratando com laxismo quem a provoca); e a responsabilização criminal, de quem larga o lastro do fogo por este país fora. Cá para mim, era prisão com eles: preventiva, primeiro e, depois, efectiva, por muito anos e bons.
E, se possível fosse, umas horitas na frigideira, à moda do Tarrafal - facto que talvez os dissuadisse de voltarem a pegar num fósforo nos tempos mais próximos. Mas pronto, já sei, isto é uim país democrático. Não há quem o governe, já lá dizia o Júlio César, mas não deixa de ser uma democracia, que não andámos a enfiar cravos nos canos das espingardas para nada.
Por isso (infelizmente), os incendiários têm direitos, os madeireiros e os patos-bravos, também, e os políticos, então, esses, nem se fala: têm todos os direitos, incluindo o direito às chamadas férias-avestruz (em que, enquanto descansam lá longe e no fresquinho, enfiam as cabecinhas na areia e fingem que não vêem) e o direito de gozarem indecentemente com a nossa miséria, anos após ano e de, não obstante, ninguém lhes partir as caras-de-pau, em directo e no prime time.
O que é pena.
»


Por: vieira do mar.

Thursday, July 28, 2005

Como poupar água

(Clicar na imagem para aumentar)

Sunday, July 10, 2005

TMN aproveita Sudoeste para concretizar acções ambientais

«A TMN vai aproveitar o Festival Sudoeste para sensibilizar todos os participantes para a importância dos gestos de cada um na preservação do ambiente. Pela primeira vez serão instalados ecopontos na herdade da Casa Branca, onde se poderão separar os resíduos. Paralelamente, através de promoções, jogos e actividades no local, serão premiados aqueles que contribuírem para que o festival tenha um ambiente melhor. Exemplo disso é a possibilidade de plantar um pinheiro na zona sul da herdade. Cada pinheiro será baptizado para que, nas próximas edições do festival, o seu crescimento possa ser acompanhado por quem o plantou. O Festival Sudoeste realiza-se na Zambujeira do Mar entre 4 e 7 de Agosto. O passe de quatro dias custa 65 euros (com parque de campismo e estacionamento incluídos) e o bilhete para um dia custa 35 euros.»

Fonte: Meios & Publicidade.

Thursday, July 07, 2005

«Actividades humanas estão a mudar clima - perguntas e respostas»

1. O que é o aquecimento global?

O aquecimento global, na origem das alterações climáticas, está directamente relacionado com o efeito de estufa. Neste processo, alguns gases atmosféricos, principalmente o dióxido de carbono (CO2), funcionam como capa protectora, que impede o calor da radiação solar de se escapar para o espaço exterior, mantendo uma situação de equilíbrio térmico no planeta. Sem o CO2, a Terra seria 30º Celsius mais fria. A maior concentração de gases na atmosfera está a intensificar o efeito de estufa e a alterar o equilíbrio climático do planeta.

2. Como se sabe que é a queima dos combustíveis fósseis que está a produzir o aquecimento global e as alterações climáticas?

A atmosfera da Terra é composta por 78,08% de azoto e 20,95% de oxigénio. O resto (0,8%) são gases raros, entre os quais o CO2, que existe hoje na percentagem de 0,037 (337 partes por milhão, ou ppm). Em 1750, antes da revolução industrial, essa percentagem era 0,028 (280 ppm). A análise do carbono a-tmosférico mostra que o CO2 que está a mais provém da queima de combustíveis fósseis e o aumento global da temperatura caminhou a par com o aumento do CO2. Só nos últimos 30 anos a temperatura do planeta subiu 1,8º Celsius .

3. O que fez a comunidade internacional para resolver o problema?


Em 1992, na Conferência do Rio, e depois de um painel de cientistas ter produzido um relatório a demonstrar pela primeira vez a existência do problema, é assinada a Convenção das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas, que apela à redução voluntária das emissões - não resultou. No âmbito desta convenção, em 1997, é aprovado o Protocolo de Quioto, o primeiro instrumento com metas concretas e obrigatórias para a redução das emissões de seis gases com efeito de estufa, entre os quais o CO2. Entrou em vigor a 16 Fevereiro.

4. Que metas são essas?


O protocolo estipula a redução global, até 2012, de 5,2% das emissões de gases com efeito de estufa, em relação aos valores de 1990. Mas isto aplica-se só aos 30 países industrializados que o ratificaram, incluindo a Rússia. O facto de os países em desenvolvimento, como a China e a Índia, que são grandes produtores de CO2, não serem obrigados a qualquer redução de emissões, foi uma das razões porque Bush recusou ratificar o protocolo. Hoje não restam, porém, dúvidas de que a redução global e drástica das emissões é indispensável para travar as alterações climáticas.

Fonte: Diário de Notícias, 7 de Julho de 2005

Monday, July 04, 2005

Garrafas de óleo alimentar já podem ser recicladas

«As embalagens de plástico contendo óleos alimentares vão passar a ser recicladas e transformadas em peças de roupa, almofadas, edredões ou isolamentos acústicos. Até agora, estas eram colocadas pelos cidadãos no ecoponto amarelo, mas iam parar ao aterro porque não podiam ser recicladas devido aos elevados níveis de gordura. Com esta alteração, a taxa de reciclagem do plástico, um dos materiais mais difíceis de reciclar, poderá subir 7%.»

Monday, June 20, 2005

Defesa do Ambiente: medida eficaz

«A Câmara Municipal de Coimbra vai lançar em 2005 um sistema de recolha selectiva porta-a-porta do lixo produzido pelos moradores do centro histórico. António Veiga Simão, director do Departamento de Ambiente e Qualidade de Vida (DAQV) da autarquia, avançou ontem a medida, acrescentando que a área abrangida por este sistema pioneiro deverá englobar as freguesias de Almedina, Sé Nova, S. Bartolomeu e Santa Cruz. O DAQV já têm em funcionamento um sistema de recolha de resíduos gerais porta-a-porta no centro histórico, tendo criado para o efeito um saco de lixo identificativo. Com a recolha selectiva, para identificação dos resíduos, serão disponibilizados aos utentes sacos de cores diferentes para os resíduos orgânicos, papel, vidros, plástico e metais. Neste sistema de recolha selectiva já se encontra envolvida a Agência de Promoção da Baixa de Coimbra, uma instituição criada para dinamizar o comércio e fomentar a atractividade dessa zona histórica. Antes do sistema entrar em prática serão lançadas campanhas de informação para captar a adesão dos munícipes.»
O Primeiro de Janeiro, 26 de Novembro de 2004

«Entretanto, esta semana a organização ambientalista Quercus divulgou os resultados de um estudo encomendado pelo Instituto dos Resíduos ao Instituo Superior de Ciências do Trabalho e da Empresa (ISCTE), de Lisboa, e que confirma que o sistema de recolha selectiva porta-a-porta tem bons resultados. O estudo, intitulado “A Recolha Selectiva Porta-a-Porta no Sistema de Recolha Diferenciada de Resíduos Sólidos Urbanos”, conclui que este sistema quando comparado com o de ecopontos aumenta “as quantidades recolhidas de papel e cartão em sete por cento e de plástico e metal em 485 por cento”.»
NetRESIDUOS, 26 de Novembro de 2004

«Depois de uma fase experimental, o projecto Coimbra a Reciclar, Coimbra a Sorrir já está no terreno. Os utentes da Associação de Paralisia Cerebral, que procedem à recolha do papel e das embalagens, são recebidos com entusiasmo pelos comerciantes.

(...)Para além dos ganhos ambientais, o projecto denominado Coimbra a reciclar contribui para o prolongamento do tempo de vida útil do aterro sanitário de Coimbra que, nos últimos anos, tem recebido 95 por cento dos resíduos produzidos no concelho. Num primeiro momento, o papel e cartão e as embalagens serão igualmente transportados para o aterro sanitário, mas a partir dali a ERSUC (Empresa de Resíduos Sólidos e Urbanos do Centro) encaminha-os para os diferentes operadores licenciados, para valorização e reciclagem. A deposição e o aterro não são, por isso, pagos pela autarquia, uma poupança que, calcula a vereadora do Ambiente, Teresa Violante, "permitirá que o projecto se pague a si mesmo".
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"Recolha selectiva de resíduos entusiasma comerciantes de Coimbra"
Público, 20 de Junho de 2005

Sunday, June 12, 2005

«Politização da ciência» - by George W. Bush

«Um assessor da Casa Branca, que já trabalhou para o Instituto Americano do Petróleo, reviu vários relatórios científicos sobre as alterações climáticas produzidos por organismos do Governo, suavizando as ligações entre as emissões de gases com efeito de estufa e o aquecimento global, noticiou anteontem o New York Times.
(...) Philip Cooney - um advogado, sem formação científica, que liderou a luta da indústria petrolífera contras as limitações sobre as emissões dos gases com efeito de estufa - é, desde 2001, responsável pelo Conselho da Casa Branca para a Qualidade Ambiental.
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Público, 10 de Junho de 2005