Tenho saudades do meu passado. Tenho saudades de me rir com os meus amigos. Tenho de saudades de ter 17 anos e poder errar de livre vontade sem pensar nas consequências porque um dia mais tarde tudo se resolvia por si mesmo. Tenho vontade de voltar a ser uma criança porque a bem ou mal, os problemas não se revelavam. Tenho saudade de ter mimo de amigos sem lhes pedir, tenho saudade dos tempos em que tinha um ombro amigo para me encostar. Tenho saudades de andar de mão dada com alguém sem ter a preocupação de parecer mal, ou ter de ser mais que amigo. Tenho saudades de ter alguém em quem possa confiar a cem por cento, e que não critique as minhas acções. Tenho saudades de ter alguém ao meu lado com quem possa rir e chorar, passear e discutir. Não sinto falta de sexo, apesar de ir para um ano que não o faço, mas sinto, sim, falta de carinho. Talvez seja uma pessoa "paneleira" demais que precisa de uma festa na face de vez em quando para me fazer subir a moral. Mas tenho saudades de ter criança e não ter que tomar decisões que podem decidir o futuro de uma vida. Saudades de poder chorar sem parecer um rato, e de rir sem parecer um anormal. Mas a vida é assim, quando crescemos, podemos não conseguir lidar com as nossas melhores/piores atitudes. Dizem-me que tenho baixa auto-estima mas se calhar também não é só isso. Se calhar fecho-me demais no meu mundo, crio as minhas expectativas e depois vejo-as cair por terra. Já me disseram para mudar, para começar a ignorar as pessoas e cuidar de mim. Para não querer envolver com as pessoas mas não consigo. Bem que me dizem que tenho de viver a vida como alguém da minha idade, mas não consigo. Será que a minha mentalidade é retrógada ou simplesmente tenho uma mentalidade totalmente diferente do normal?... Muitas vezes pergunto-me isto, mas acho que nunca saberei responder. Acho que algo me impossibilita de vir a ser uma pessoa diferente, mas não descobri o quê. Eu sei o que tenho de fazer, não sei se o consigo, mas um dia irei descobrir. Preciso de estar paz comigo pela primeira vez em meia dúzia de anos. Só tenho a agradecer aos amigos que fiz no ISEG com quem ainda hoje falo e me dão uma força de vez em quando, ao Rui amigo incansável que muito atura o que eu digo e que muito me puxa as orelhas.
A todos o meu muito obrigado. Agora só há que levantar a cabeça e olhar para o futuro. Se tudo correr bem, venceremos.
obrigado, hein? Volte sempre
Foi a �ltima vez! Quando eu quiser um policia atras de mim, j� sei em quem posso confiar
Sinceramente, há brincadeiras e brincadeiras. Eu adoro brincar, sou um brincalhão nato. Mas há coisas com que não gosto de brincar. As únicas coisas com que não brinco neste mundo são os sentimentos das pessoas. Ou quer dizer, até brinco, mas com moderação, parando de brincar quando percebo que começo a cruzar a linha, julgo que nunca a cruzei. Aliás, minto, cruzei uma vez que me fez perceber que não é engraçado brincar com isto. Enerva as pessoas, deixa-as com vontade de fazer certas coisas que não devem ser feitas, por ninguém. Verdade também que todos temos dias, ou momentos, maus e que não queremos saber dos outros, pelo menos assim se passa comigo. Mas ainda assim, há coisas que não faço, e quando estou em momentos piores, isolo-me para não rematar a torto e a direito. Dito isto... uma ou duas vezes chegam para mim. À primeira, todos caem, à segunda, já só caem alguns, à terceira só cai quem quer. Eu não vou cair de novo, recuso-me a ser levado em tom de brincadeira. Espero que um dia quando for "grande" que existam brincadeiras a sério.
Don't ask me What you know is true Don't have to tell you I love your precious heart I I was standing You were there Two worlds collided And they could never tear us apart We could live For a thousand years But if I hurt you I'd make wine from your tears I told you That we could fly 'Cause we all have wings But some of us don't know why I I was standing You were there Two worlds collided And they could never ever tear us apart
Pedro - Deixa lá de olhar para a míuda de azul, é gira mas já chega. Eu - ... também não consigo melhor. Pedro - Tás a precisar de uns comprimidos de auto-estima. Eu - Ó, mas olha lá, ela tem um olhar lindo. Pedro - Verdade
Waiting for your call, I'm sick, call I'm angry call I'm desperate for your voice Listening to the song we used to sing In the car, do you remember Butterfly, Early Summer It's playing on repeat, Just like when we would meet Like when we would meet
Cause I was born to tell you I love you and I am torn to do what I have to, to make you mine Stay with me tonight
Stripped and polished, I am new, I am fresh I am feeling so ambitious, you and me, flesh to flesh Cause every breath that you will take when you are sitting next to me will bring life into my deepest hopes, What's your fantasy? (What's your, what's your, what's your...)
Cause I was born to tell you I love you and I am torn to do what I have to, to make you mine Stay with me tonight
And I'm tired of being all alone, and this solitary moment makes me want to come back home x4 (I know everything you wanted isn't anything you have)
Cause I was born to tell you I love you and I am torn to do what I have to, to make you mine Stay with me tonight
Cause I was born to tell you I love you and I am torn to do what I have to, to make you mine Stay with me tonight (I know everything you wanted isn't anything you have)
(In)felizmente já não sou a criança que fui (In)felizmente ganhei calos que me fizeram aprender (In)felizmente já não tenho a paciência que tinha (In)felizmente nunca fui lutador (In)felizmente nunca tive aquela coragem (In)felizmente tive lições de vida (In)felizmente já sei o que quero da vida
Mas não... não quero ser diferente daquilo que sou. Tenho cabisbaixo e nunca fui lutador, nunca quis muito da vida, porque ter muito dá trabalho para manter e nunca gostei de trabalhar porque sim. Tenho chagas que me vão acompanhar até ao caixão. Sou aquilo que sou, não sou aquilo que querem que eu seja. Não me interessa o que consigo fazer, interessa aquilo que quero fazer. Posso às vezes ser infantil mas eu sou assim mesmo. Choro quando sinto que tenho de chorar, rio quando tenho de me rir. Não quero fazer mais parvoíces e fazer erros que fiz no passado. As poucas coisas que gosto em mim é o facto de que quando dou chapadas, são de luva branca.
Penso que não sei o que é a vida, mas sei o que quero dela. Sei que quero lutar e sei que vou fazer o que sei. Acredito que um dia vou conseguir chegar onde quero, nem que tenha de deixar muita coisa para trás. Já deixei algumas vezes e um dia sei que vou ter de voltar a fazê-lo. Um dia destes sei que vou fazer alguma loucura, não por alguém, mas por mim, porque a vida é feita de momentos de loucura. Não, não vou baixar os braços.
Sabe bem... Sabe bem ir lá fora e enfrentar o mundo. Sabe bem lutar contra os nossos desejos, lutar contra as nossas vontades. Às vezes sabe bem gritar e chorar sobre algo que não nos apetece pensar, mas pensamos. Às vezes apetece-nos fazer coisas que não deviamos sequer pensar em fazê-las. Sabe bem poder olhar para o mundo lá fora e puxar de tudo o que nos vai na alma. Às vezes sabe bem reflectir sobre os nossos problemas, por pouco tempo que seja. Sabe sempre bem pensar em ti e no que poderia fazer para que gostasses mais de mim aquele pequeno bocado a mais que pode fazer a diferença toda. Gostava de um dia ser grande para ti, de fazer diferença no teu mundo, e que tu fizesses no meu. Às vezes até que sabe bem olhar para o chão para pensar no que está mal, e corrigir o mal quando é possível. Outras vezes sabe mal olhar para o lado e ver que não estás, e sentir que poderás nunca estar. Mas a verdade é que por muito que pense em ti, não te vejo como desafio, como um problema a ser resolvido e muito menos como possiveis bons momentos a serem passados. Não é assim, mas também não sei como é. Sei o que não é. Mas sei que até sabe bem gostar de ti...