Friday, May 18, 2007

Belgian Politician offers 40,000 blowjobs for votes

"I am the leading NEE party senate candidate in Belgium. And due to popular demand, I will give 40,000 blowjobs to anyone who requests one on this page.
It started with our response to incredible claims that were made by other parties in Belgium, several parties promised new job opportunities in ridiculous amounts. We responded with a parody campaign for which I posed naked and promised our voters 400.000 new jobs.
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This national campaign resulted in international media attention and I received hundreds of e-mails asking for 400,000 blowjobs. If this would get us even more media attention, I'm willing to give 40,000 blowjobs to make the statement.
According to my planning this would take me 500 days to tour around the world, visiting all the ones who signed up for a blowjob on this page, giving 80 blowjobs per day. So the offer is limited, sign up while you still can."

Boa pergunta

"O envolvimento de um cidadão russo na história do rapto de Madeleine vai querer dizer que o inspector-chefe Olegário Sousa terá de dar conferências de imprensa em russo, além do já habitual português e inglês?"

Coffee

The Europe of 1957.

The Europe of nowadays.

Sinto-me analisada

"Sou uma pessoa basicamente indisciplinada e logo assim bastante desorganizada. Quando era miúdo, lembro-me bem, só não perdia a cabeça porque estava agarrada. E assim se manteve até hoje nem sei bem como. Então a minha cabeça voava, voava. Sempre fui um sonhador, um idealista, com traços de meio poeta. Focado numa qualquer paixão de circunstancia, perdia-me facilmente. Estas características cedo me guiaram ao caos. Até ao liceu não me lembro de ter agendado um teste e estudar a sério o que fosse. Cada um era uma surpresa aterrorizadora, descoberta no corredor antes de entrar para a aula. As minhas notas eram imprevisíveis. Era capaz do melhor e do pior. Vesti muitas meias desemparelhadas, perdi documentos importantes, cadernos, livros e até deixei a minha mochila viajar sozinha de autocarro até ao Bairro Madre de Deus. Chegado ao auge da adolescência, com as experiências inerentes ao estatuto, as borgas mais ou menos alcoólicas e psicadélicas o caos chegou ao rubro. Por essa altura experimentei uma precoce e traumática experiência laboral, como paquete de uma conhecida empresa de promoção de torneios desportivos. Resultado: depois de várias broncas e humilhações descobri que só havia uma maneira de sobreviver no mundo concreto real e cruel. Pousar os pés no chão e organizar-me. Foi duro e levou o seu tempo.
Hoje, passada a tormenta e digamos que bem sucedido, considero-me um homem feliz em grande parte graças às rotinas que afincadamente criei, e aos rituais que aprendi a referenciar. Hoje, deixo o telemóvel no mesmo sítio todos os dias. A carteira e os meus pertences apenas em caso de catástrofe não estarão no sítio previsto. Doeu muito mas hoje sou surpreendentemente organizado, quase como um computador (a minha descoberta dos computadores foi determinante para a minha organização mental). O meu telemóvel ou o portátil apitam sempre quando tenho uma reunião ou outro compromisso. Ou quando um familiar ou amigo faz anos. Desta forma ainda não falhei um aniversário de casamento. Raras vezes chego atrasado a algum sitio. Com o tempo aprendi a dominar o tempo. Deito-me a horas e levanto-me com as galinhas. Com um sempre delicioso café, sempre à mesma hora, com os previsíveis (e também às vezes deliciosos) programas familiares, um trabalho exigente e cansativo, levo afinal uma vida bastante previsível. Quando faço uma noitada fico quase dois dias doente.
Hoje sou o mais certinho dos seres vivos. Convicto, contente e sem arrependimento. Agora, promovo animadamente os rituais e rotinas, como se fossem as linhas e as margens de um caderno onde escrevo a minha vida. Que inspiram e suportam segurança e um projecto de vida. Rotinas e rituais que afinal são garantia de liberdade... proporcionando por vezes umas boas fatias de pacíficos tempos livres. Que servem até para com eles eu quebrar uma sólida rotina e falhar algum importante ritual."
Por João Távora, no Corta-Fitas.

Thursday, May 17, 2007

Madeleine II

Começo-me a revoltar com tanto alarido. Tanta criança que desaparece em Portugal e nem uma noticia tiveram. Com esta miuda, que ainda por cima desaparece por culpa dos pais, é isto tudo. Estou cansado, é oficial! Estou revoltado com o nada que (não) foi feito com os outros e agora são buscas e mais buscas e mais suspeitos. Será que estamos sobre pressão da UE? Já não digo nada...

Boa sorte, ou não...

Alexandre MM Caetano

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FUI EU, FUI EUU!! lool

Wednesday, May 16, 2007

Rabiscos, bebés e licenças de porte de arma

"Aos dez meses de idade, Howard David Ludwig ainda não fala, não come sozinho e não anda, mas as autoridades do estado norte-americano do Illinois consideram que ele já é suficientemente crescido para ter licença de porte de arma. O documento mostra a fotografia da criança e um rabisco infantil no lugar da assinatura e atesta as suas medidas: 67 centímetros de altura e nove quilos de peso.
A ideia partiu do pai de "Bubba" (como é tratado em família), Howard Ludwig, que preencheu a requisição através da Internet e pagou cinco dólares. A emissão deste documento é da responsabilidade da Polícia Estadual do Illinois, cujo porta-voz disse que não foi estipulado qualquer limite mínimo de idade para a requisição do documento.
A notícia é ainda mais surpreendente se se considerar que a legislação do estado do Illinois é das mais restritivas no que toca ao uso de armas.
Apesar de ter obtido o cartão que o autoriza a disparar uma arma de fogo, o pequeno "Bubba" terá que esperar até aos 18 anos para poder comprar uma caçadeira e até aos 21 para comprar um revólver.
Mas esta imposição não será um problema para o pequeno atirador de fraldas — o seu avô já lhe ofereceu uma Beretta, que terá autorização legal para experimentar mal tenha forças para lhe pegar.
O pai fez saber, porém, que a arma vai ficar em casa do avô de "Bubba" até o rapaz completar 14 anos de idade. "Não vou aprovar uma caçada sem supervisão", afirmou o progenitor ao "Chicago Daily", acrescentando que o cartão "é um adorável acrescento ao livro de memórias" de "Bubba". (...)"

Monday, May 14, 2007

e-Cigarettes

"It feels like a cigarette, looks like a cigarette but it isn't bad for your health.
A Chinese company marketing the world's first "electronic" cigarette hopes to double sales this year as it expands overseas and as some of China's legions of smokers try to quit.
Golden Dragon Group Ltd's Ruyan cigarettes are battery-powered, cigarette-shaped devices that deliver nicotine to inhalers in a bid to emulate actual smoking. (...)"

Sunday, May 13, 2007

America is closed

- Beyond those doors is American soil. Mr. Dixon wants me to make it clear that you are not to enter through those doors. You are not to leave this building. America is closed.

- America closed. What I do?

- There's only one thing you can do here, Mr. Navorski. Shop.

Thursday, May 10, 2007

Uma experiência num centro de saúde português

Confesso que sempre senti alguma relutância em ir ao hospital, espero até amanhã, se entretanto não estiver melhor, penso no assunto. Interminavelmente, até ao dia em que já nem me lembro do problema. Infelizmente, hoje não consegui arranjar mais desculpas para adiar e tive mesmo de ir ao hospital, o que se revelou uma experiência quase hilariante (se não fosse um assunto sério).
Primeiro, entrei pela porta habitual e logo me avisaram que estava tudo diferente, que as urgências eram agora no terceiro andar, que tinha de subir as escadas até ao fim. Ainda bem que não tenho nenhuma perna partida, penso eu, enquanto subo as tais escadas. Chego, finalmente, ao terceiro andar e... e nada. Um corredor deserto. Ainda ando para trás e para a frente mas, como aquilo não podia mesmo ser as urgências, volto a descer as escadas. No segundo andar lá encontro outra enfermeira, que me pergunta onde é que eu quero ir.
- As urgências?! Ó menina, então não vê que é já aqui?
Pois. Já aqui. Parece que as urgências agora passaram a ser designadas de "consultas complementares". Lá me chego à secretaria, onde uma mulher parece ter alguma dificuldade em entender-se com o computador.
- Ai, então agora tenho de fazer tudo outra vez? Sinceramente não percebo estas máquinas, as coisas funcionavam muito melhor quando era tudo feito à mão. Assim não dá!
Assim não dá, penso eu... Tantas pessoas qualificadas a precisar de emprego e esta gente a fazer-nos perder tempo. Passados dez minutos, lá a mulher conseguiu orientar a única pessoa que estava à minha frente...
- Seguinte!, - alto e bom som, mesmo sendo eu a única pessoa ali na sala.
Pega-me no cartão, passa os meus dados para o computador, procurando cada letra e teclando pesadamente com o indicador direito, como se o fizesse numa máquina de escrever. Desculpe a pergunta, mas é que isto está tudo mudado... Para onde é que vou agora?
- A menina espera aí na sala ao lado até que alguém a chame.
Ok, obrigada. Sento-me, pego num livro e mal dou pelo passar do tempo até que uma voz estridente é ouvida em toda a sala:
- #%&#? ?&%# UNES!.
"Unes"? Ninguém se levanta, posso ser eu... Então e agora? Lá vou eu ter de novo com a mulher. Olhe, desculpe lá outra vez, mas é que acho que ouvi o meu apelido.
- Então, está à espera de quê?
Bem, é que eu nem sequer tenho a certeza, não deu para perceber...
- Se mais ninguém se levantou, não há muitas dúvidas, certo?
Raio da mulher, só me faltava mais esta... Olhe esqueça lá isso e diga-me para que sala é que vou então.
- Então, agora vai para a sala de quem a chamou!
Para a sala de quem me chamou?! Realmente só pode estar a gozar comigo... Se mal percebi o meu nome, de tão deformada que estava a voz, se não conheço aqui ninguém, como é que eu sei quem é que me chamou?
- Ai que hoje só me dão trabalho! Assim não pode ser... Não faço mais nada, não é? - Pega no telefone. - Sra. enfermeira, por acaso chamou alguém no altifalante? Não? Prontos, obrigada. Então e agora? A doutora não pode ser porque tem de ser atendida por uma enfermeira primeiro. - Pega novamente no telefone. Ninguém atende. - Ai, mas olha que esta... Realmente não me faltava mais nada...
Abre-se uma porta ao lado.
- Olhe lá, por acaso não tem a ficha do próximo paciente? É que a senhora que eu chamei não me aparece.
- Ó Sra. doutora, então deve ser esta menina que aqui está... Como é que ela se chama? Pois, vá lá...
E eu a falar com os meus botões... não vou reclamar antes de ser atendida, não vou reclamar antes de ser atendida, não vou reclamar antes de ser atendida... Entro na sala.
Boa tarde. Sento-me. Espero por um feedback do outro lado da secretária. Nada. Uma vez mais, o computador é o centro das atenções. Estranhamente, porque ainda não disse nada, a médica não pára de teclar no computador. Com o dentro indicador direito. Procurando cada tecla. Continuo à espera. Finalmente, uma voz pergunta-me porque estou ali. Uma voz, porque os olhos continuam presos ao ecrã do computador. Explico a situação, ela pega numa luzinha, aponta-ma para os olhos e dá uma olhadela de relance.
- Pois, tem razão. (Ei, mas será que ela chegou a olhar para mim?!)
Bem, então e o que posso fazer para prevenir que isto volte a acontecer? É que é sempre nesta altura do ano.
- Pois, é uma conjuntivite alérgica, demora a passar.
(...) Então e o que posso fazer?
- Leva esta receita aqui, agora com os novos impressos não é preciso selo.
Então mas (e a mulher ainda não tirou os olhos do ecrã do PC)... Ok, deixe estar, tenha um bom dia. Nesta altura, já só queria distância do hospital, nem que isso significasse ter de lá voltar para o ano.
Poucos minutos depois, na farmácia. Boa tarde, aqui está a receita. A farmacêutica vai buscar os medicamentos, volta, olha para a receita, olha para mim.
- Olhe, desculpe, isto é para si?
Sim...
- Que idade tem?
Vinte e dois, porquê?
- Bem, é que a dosagem indicada é para crianças...
Para crianças?! Então, mas...
- Pode mostrar-me o seu cartão de saúde? (...) Pois, parece que a médica a trocou por outro paciente, mais novo. Os medicamentos estão correctos mas o nome na receita não é o seu. É estranho ela não ter percebido a diferença de idades, não é?
Pois, suponho que seria se ela tivesse olhado uma única vez para mim!

NOTA:

A publicidade é para ficar!

Sex and corn flakes

"About 150 years ago — before Americans expressed interest in health foods like tofu and yogurt — Sylvester Graham (1794-1851) lead America in its first health food crusade. Graham believed that a healthier diet lead to a healthier life. However, his reasoning about health was different from our current view. He believed that ill health was due to sexual excesses — erotic dreams, masturbation or sexual intercourse more than once a month. He believed that these sexual excesses were inflamed by eating unhealthy foods. (...)
In 1876, John Harvey Kellogg (1852-1943) became director of the institute, and it became popularly known as the Battle Creek Sanitarium. Kellogg became widely known not only as a nutritionist but also as a sexual advisor. He not only advocated health foods, but he was the leading publicist about the dangers of masturbation. (...)

Kellogg continued experiments with different cereals. In 1898, he introduced another health food known as "Corn Flakes." Corn Flakes — like Graham Crackers and Granola — were designed to avoid inflaming the sexual appetite. At that time, they were not sweetened with sugar. Kellogg believed that sugar was unhealthy and associated with vice and degeneracy. (...)
Kellogg’s brother, Will, did not have similar beliefs related to sexual excesses. He broke away and formed a company that eventually became known as the Kellogg Company. Will Kellogg added sugar to Corn Flakes. This marked its end as a health food. Today, the company makes no claim that Corn Flakes will reduce sexual excesses."

Waking up in a good mood...

(Hugh Grant, "Love, Actually")
Via Corta-Fitas.

Eu sei que nunca entrei muito da onda dos vídeo-posts, mas acho que este é realmente imperdível... ;)

Tuesday, May 08, 2007

I'm too beautiful for jail

"JAIL-BOUND socialite Paris Hilton has urged fans to sign a petition to pardon her 'mistake' because she 'provides beauty and excitement to (most of) our otherwise mundane lives'. (...)"
Article in News.com

Racaille

"Sarkozy ganhou. Sarkozy é moderno. Sarkozy quer que, na escola, os alunos se levantem quando o professor entra. (...)
Sarkozy, quando era ministro-candidato, foi à banlieue e disse: "Minha senhora, vou livra-la desta escumalha". Agora foi a Concorde e disse aos betinhos da festa popular: "Sejam tolerantes para com a escumalha". Depois foi jantar a um restaurante de luxo e depois foi para um iate em Malta descansar um bocadinho sem nunca deixar um momento de pensar, com um ar compungido, que o seu iate é o iate de todos os franceses. (...)"
Por André Belo, no Peão.