Tuesday, June 06, 2006

Polémica dos professores

Recomendação de leitura aqui.

PP

Engraçado como o Partido Popular é traduzido para inglês. People's Party.

Revolta...

Lusophobia

«(...) which prompted The Economist in 1980 to describe the country [Portugal] as "Africa's only colony in Europe".»

Fonte: Wikipédia

Monday, June 05, 2006

Incêndios

Está aberta a oficial "época de incêndios"

Saturday, June 03, 2006

Purple and brown

Vejam isso. Simplesmente, divinal

Friday, June 02, 2006

Thursday, June 01, 2006

«A vida imita a ficção, mas nunca ninguém a processou por plágio»

«O mundo visto do espaço é azul. O mundo visto dos mapas escolares é muito mais colorido. Primeira desilusão: Afinal, os países não eram tão pigmentados como os pintavam, nem Portugal cor-de-rosa, nem Espanha lilás, nem Angola roxa, nem a Alemanha amarela... Segunda: Aquelas linhas que serpenteavam entre eles não serviam para evitar que as cores se esborratassem e se mesclassem umas nas outras. Terceira: Essas linhas chamadas fronteiras são invisíveis fora do papel, e não galgam, como fios de esparguetes infinitos, por montes e vales... Basta um desprevenido passo mais adiante e... muda de nome a terra. Há linhas invisíveis, convenções topográficas, limites, muros de cimento muito altos, divisões intransponíveis, vedações de arame farpado, todos guardados por sentinelas vigilantes, a acautelar invasores, clandestinos e demais intrusos. E apesar de tantas divisões, às vezes damos um passo e lá usurpamos um território alheio – e a terra onde caminhamos muda de nome. Os mundos podem estar separados, mas não são paralelos: interceptam-se. E não há fronteiras mais fustigadas, com intrusões constantes e ocupações abusadoras, como aquelas que separam a ficção da realidade. Mesmo sendo o termo que define um dos mundos a negação do que define o outro. Mas é que são tantas as andanças de trás para diante, a arrepio dos paradoxos, que já era tempo de decretarmos a abolição imediata e com efeitos retroactivos desta fronteira, permitir a livre circulação de direitos, pessoas e bens, extinguir as taxas alfandegárias. Em ambos os sentidos.
E o sentido que parece fazer menos sentido é quando a ficção passa para o outro lado da fronteira e invade a realidade. E se confunde com ela. Na verdade nós até sabemos que há coisas que nunca aconteceram – mas podiam ter acontecido. Ou antes: nós gostávamos mesmo que tivessem acontecido. Por isso vão, ano após ano, excursões de turistas até Verona, visitar a varanda por onde Romeu terá escalado até à Julieta. Ou outros viajantes que andam por esse lugar da Mancha, na senda das pegadas de D. Quixote e seu escudeiro. Ou debitam os guias turísticos que foi na Torre de Pisa que Galileu contrariou Aristóteles, para provar que a massa não influi na velocidade da queda dos corpos, lançando lá de cima uma bala de mosquete e outra de canhão. E a saída airosa de Colombo no banquete em casa do cardeal Mendonza, o célebre expediente do ovo, é afinal atribuída a várias personalidades, entre elas ao arquitecto italiano Brunelleschi. E as monumentais escadarias de Odessa, na Ucrânia, continuam a ser atracção mundial, apesar de aí não ter acontecido nenhum massacre dos populares que apoiavam os marinheiro amotinados, em 1905, e de aí não se ter precipitado o célebre carrinho de bebé do Couraçado Poutemkine, de Sergei Eiseinstein. Aliás, aquelas escadas nem dão para o mar. O clássico Casablanca é menos conhecido pela excelência do filme (que nem é assim tanta) do que pela banda sonora, pelo casal Bogart&Bergman e por uma frase que nunca é pronunciada: «Play it again, Sam!». E aqui já temos a ficção que dentro da ficção se torna realidade. Confuso? Num filme que tem como título esta deixa que nunca existiu, Woody Allen convoca Humphrey Bogart para fazer de uma espécie de grilo do Pinóquio da consciência das personagens. Mas é em Maridos e Mulheres que o realizador condensa toda esta invasão da realidade pela ficção: «A vida não imita a arte. A vida imita os maus programas de televisão»...
(...)»

Por: Ana Margarida de Carvalho,
Visão Online

Monday, May 29, 2006

Simplesmente genial

Sunday, May 28, 2006

Shame

"The agreement to start talks with Turkey will probably displease Mr Osama bin Laden, who has done everything to prevent this moment arriving". Diogo Freitas do Amaral (Portuguese Foreign Minister)

Fonte: Wikipédia.

Wednesday, May 24, 2006

Em chamas...

Porque é que eu tenho um pressentimento que isto não foi um "curto circuito" como andam a insinuar?...

«Os homens que têm sexo com outros homens»

Tuesday, May 23, 2006

Infinidades infinitas...

Já la vai o tempo em que eramos umas crianças e tinhamos o que queriamos ao esticar de um dedo. Não tenho saudades desse tempo, e quero que se afaste a cada dia que passa. A cada dia que passa gosto cada vez mais de lutar pelo que quero, de ir em busca do que me marca. Um novo amor marca o inicio uma nova vida. Quer dizer... não se pode dizer que seja nova, mas sim diferente. Novas responsabilidades, novas opiniões, um crescimento acelerado no sentido em que se aprende muito mais em 2 dias do que em 2 semanas. Não tenho saudades de quando era sozinho. No entanto gosto da infinidade de coisas que me passam pela mão. Gosto de sentir todo aquele leque de opções que se pode ter, daquelas opiniões que temos, mesmo que sejam muito mal formadas. De as discutir com a outra pessoa e chegar à conclusão que ambos temos razão, mas um ponto de vista diferente. Já lá vai o tempo em que discutir era uma coisa má, porque rapidamente se transforma em boa. Uma relação só começa realmente a evoluir quando as coisas más aparecem.
É uma infinidade infinita tudo aquilo que sentimos ao longo de uma vida. Não acaba porque são emoções que guardamos. Simplesmente não esquecemos. Existem memórias que nós guardamos com respeito, que sentimos que crescemos ou que aprendemos. É uma infinidade infinita aquele espelho que transmite a nossa imagem, e nós vemos as emoções que trazemos na nossa cara, que vemos as rugas que os problemas nos dão, que notamos num sinal com que Deus nos marcou. E «se Deus marcou, defeito encontrou».
Vamos aprender a viver porque «tristezas não pagam dívidas» e veremos que as coisas más afinal tem o lado bom e vice-versa.


Still my heart and hold my tongue
i feel my time my time has come
let me in unlock the door
I never felt this way before

and the wheels just keep on turning
and the drumer begins to drum
I don't know which way I'm going
I don't know which way I've come

Hold my head inside your hands
I need someone who understands
I need someone someone who hears
for you I've waited all these years

For you I'd wait
till Kingdom Come
until my day
my day is done
and say you'll come
and set me free
just say you'll wait
you'll wait for me

In your tears and in your blood
In your fire and in your flood
I heard you laugh, I heard you sing
And I wouldn't change a single thing

And the wheels just keep on turning
The drummers begin to drum
I don't know which way I'm going
I don't know what I've become

For you I'd wait 'til kingdom come
Until my days, my days are done
And say you'll come and set me free
Just say you'll wait, you'll wait for me (x3)

Coldplay - Till Kingdom Comes

Monday, May 22, 2006


Tirado daqui.