«Passar demasiado tempo a ver televisão, navegar na internet ou ler jornais acaba de entrar no rol das actividades consideradas pelo Vaticano como “pecados”. (...)»
Correio da Manhã, 14 de Abril de 2006
Onde o mistério se passa...
«Passar demasiado tempo a ver televisão, navegar na internet ou ler jornais acaba de entrar no rol das actividades consideradas pelo Vaticano como “pecados”. (...)»
Correio da Manhã, 14 de Abril de 2006
«(...) é um dos juízes que ontem assinou o polémico acórdão que considera aceitável aplicar castigos físicos moderados a menores.
Mas esta não é a primeira vez que este juiz toma decisões controversas. O jornal Público cita um outro caso, em que Pires Salpico atenuou, em cinco anos de cadeia, a culpa de um homem que matou a mulher por esta lhe ser publicamente infiel.
Também é referido um acórdão, que acabou anulado, mas que causou grande polémica na altura: um professor de Oeiras foi condenado por abuso sexual de menores do sexo masculino. O juiz escreveu sobre este caso que "os actos homosexuais sempre foram mais graves que os heterosexuais". O Tribunal Constitucional anulou a decisão que atentava contra a igualdade entre os sexos.»
SIC Online, 13 de Abril de 2005
«(...) O conceito é inovador e vai funcionar assente numa lógica de complementaridade. Os sites dos jornais conseguem uma cobertura mais alargada, junto de um público jovem e especialmente interessado na Internet, e os bloguistas vão beneficiar de uma maior exposição mediática e de maior prestígio. (...)
A relação entre as duas partes parece estar cada vez mais consolidada, mas nem por isso deixam de ficar no ar algumas dúvidas quanto ao pacifismo desta proximidade. Os jornalistas tradicionais tendem a ver a escrita de autor dos blogues como uma ameaça à imparcialidade, e o conceito de liberdade que impulsionou a grande difusão de blogues poderá ter dificuldade em adaptar-se a restrições editoriais.»
Público, 11 de Abril de 2006