A liberdade de expressão é um valor fundamental. Tão fundamental, que às vezes ela é defendida de uma forma fundamentalista. (...)
by Artur Costa, in Jornal de Notícias
Onde o mistério se passa...
A liberdade de expressão é um valor fundamental. Tão fundamental, que às vezes ela é defendida de uma forma fundamentalista. (...)
by Artur Costa, in Jornal de Notícias
The Suleiman Mosque was built on the order of sultan Suleiman the Magnificent and constructed by the great Ottoman architect Sinan. The construction work began in 1550 and the mosque was finished in 1557.
The mosque is modeled in part on the style of a Byzantine basilica, particularly the Hagia Sophia, which was perhaps a conscious move on the part of the sultan to create a continuity and a symbolic connection with the city's past.
The Suleiman Mosque was ravaged by a fire in 1660 and was restored on the command of sultan Mehmed IV by architect Fossatı. The restoration, however, changed the mosque into a more baroque style, damaging the great work severely.
The mosque was restored to its original glory during the 19th century but during World War I the courtyard was used as a weapons depot and when some of the ammunition ignited, the mosque suffered another fire. Not until 1956 was it restored again. Today, the Suleiman Mosque is one of the most popular sights in Istanbul.
The mosque is 59 meters in length and 58 meters in width. The main dome is 53 meters high and has a diameter of 27.25 meters. Apart from the main mosque with the prayer hall (cami) and courtyard (avlu), the mosque complex also includes a caravanserai or seraglio (sarayı; han), a public kitchen (imaret) which served food to the poor, a hospital (darüşşifa), a Qur'an school (medrese) and a bath-house (hamam).
In the garden behind the main mosque there are two mausoleums (türbe) including the tombs of sultan Suleiman I, his wife Roxelana (Haseki Hürrem), his daughter Mihrimah, his mother Dilaşub Saliha and his sister Asiye. Suleiman's tomb features a system of layered domes copied from the Dome of the Rock in Jerusalem.
The sultans Suleiman II, Ahmed II and Safiye (died in 1777), the daughter of Mustafa II, are also buried here. Just outside the mosque walls to the north is the humble tomb of Sinan, designed by the occupant himself.







Located by the entrance to Istanbul's university, it is of the oldest mosques in the city and the oldest surviving imperial mosque.
The Beyazit Camii was built between 1501 and 1506 using materials taken from Theodosius's Forum of Tauri, on top of which it was constructed.
Again, the architect of Beyazit Camii looked to the Ayasofya for inspiration, employing a central dome buttressed by semi-domes and a long nave with double arcades, although the mosque is half the size of the church.
The Beyazit Mosque also borrows elements from the Fatih Mosque, imitating the system of buttressing and the use of great columns alongside the dome.
Thanks to Sultan Beyazit II's patronage, the Ottomans found a style of their own, which served as a bridge to later classical Ottoman architecture. The sultan, who died in 1512, is buried at the back of the gardens.
e...O cartoon de Lars Refn, publicado no Jyllands-Posten, foi o único que, apesar do pedido do jornal, optou por não representar Maomé, o profeta, mas Mohhamed, aluno do 7ºA. O jovem aponta para um quadro onde se pode ler, em persa: «Os jornalistas do Jyllands-Posten são um bando de provocadores reaccionários».
Lars Refn usou da sua liberdade de expressão como queria e não como lhe foi ecomendada. O jornal, apesar de amar a liberdade de imprensa, não gostou da graça e escreveu, como legenda: «pensamos que Lars Refn é um cobarde que não entende a gravidade da ameaça muçulmana à liberdade de expressão». Parece que o Jyllands-Posten adora a sua liberdade, mas não convive bem com a liberdade dos outros. Insultar o jornal que lhe publica o desenho, isso sim, é ter tomates.
Há 3 anos, o mesmo jornal que agora encomendou e publicou os cartoons sobre Maomé recusou-se a publicar outros, sobre Cristo, da autoria de Christoffer Zieler, porque provocariam «uma grande agitação».
by Daniel Oliveira, in Aspirina B
Não é verdade que o islão, religião em que a simplicidade faz a força, proíbe o roubo e apregoa que se dê esmola aos mais desfavorecidos? E os Irmãos, não deram eles sempre o exemplo? Em Gaza, no Cairo ou nos subúrbios do Sul de Beirute, onde o Estado não consegue fazer nada pelos mais pobres, são os islamitas que asseguram os serviços sociais.
Paralelamente, a imagem que dá, dele mesmo, o mundo ocidental às massas muçulmanas tem-se esbatido consideravelmente. Os islamitas podem assim facilmente ensinar aos seus correligionários que os ocidentais “já não acreditam em nada”, perdidos como estão no seu hiper consumismo. Que modelo moral poderão oferecer as sociedades europeias, que têm medo de fazer filhos e que abandonam os seus velhos nos lares de terceira idade?
by JAM, in Briteiros.
Dando de barato que muitos dos desenhos são uma generalização perigosa, racista e por isso condenável (até de um ponto de vista legal), a sua existência é um facto.
Ora existindo e tendo sido difundidos, cabe a todos os que querem deixar um futuro melhor para os filhos lutar pela sua existência, não vergando, em circunstância alguma, a espinha a quem ficou incomodado e se acha no direito de rebentar com tudo à sua frente.
O problema, a haver problema, é para ser apresentado ao sistema judicial da Dinamarca (e eventualmente dos países onde foram publicados), isto no caso de haver indívíduos que pretendam algum tipo de reparação e/ou condenação dos artistas. E depois é aguardar com paciência que a Justiça se pronuncie sobre os putativos ilícitos.
Que alguns líderes do Islão não percam uma oportunidade que seja para virem para a rua armados em guardiões da moral suprema, não devia ser qualquer coisa capaz de amedrontar a Europa desta maneira.
Isso é que assustador.
Aya Sofya (known also as the Church of the Divine Wisdom) was regarded as the greatest church in Christendom up until the fall of Constantinople, when it was put back into service as a mosque. The edifice is crammed with fine mosaics and topped by a magnificent dome.
Emperor Justinian (r. 527-65) completed the church in 537, as another effort to restore the greatness of the Roman Empire.
Examining the interior of the church is more a metaphysical than a physical experience. Visitors entering through the main entrance, via the low original steps, experience both a gradual sense of being drawn upwards and a sense of gloomy darkness being dispelled by the inner light of 30 million gold tesserae (mosaic tiles).
The dome is supported by 40 massive ribs constructed of special hollow bricks made in Rhodes from a unique light, porous clay, resting on huge pillars concealed in the interior walls.
It was through the Imperial Door that Mehmet the Conqueror came in 1453 to take possession for Islam of the greatest religious edifice in the world. Before he entered, historians tell us, he sprinkled earth on his head in a gesture of humility.
Aya Sofya remained a mosque until 1935, when Atatürk proclaimed it a museum. It must be seen to be believed.




Basilica Cistern, with its 336 columns and a high, vaulted ceiling, is an incredible Byzantine relic that was primarily used to store the city's water. Children in particular are fascinated by its eerie darkness and the ghostly echo of drops falling from the vaulted ceilings.
Built in AD 532, it is the largest surviving Byzantine cistern in İstanbul. It was constructed by Justinian, who was incapable of thinking in small terms. Columns, capitals and plinths from ruined buildings were used in its construction. Two columns in the northwestern corner are supported by two blocks carved into Medusa heads.

A minha alma partiu-se como um vaso vazio.
Caiu pela escada excessivamente abaixo.
Caiu das mãos da criada descuidada.
Caiu, fez-se em mais pedaços do que havia loiça no vaso.
Asneira? Impossível? Sei lá!
Tenho mais sensações do que tinha quando me sentia eu.
Sou um espalhamento de cacos sobre um capacho por sacudir.
Fiz barulho na queda como um vaso que se partia.
Os deuses que há debruçam-se do parapeito da escada.
E fitam os cacos que a criada deles fez de mim.
Não se zanguem com ela.
São tolerantes com ela.
O que era eu um vaso vazio?
Olham os cacos absurdamente conscientes,
Mas conscientes de si mesmos, não conscientes deles.
Olham e sorriem.
Sorriem tolerantes à criada involuntária.
Alastra a grande escadaria atapetada de estrelas.
Um caco brilha, virado do exterior lustroso, entre os astros.
A minha obra? A minha alma principal? A minha vida?
Um caco.
E os deuses olham-o especialmente, pois não sabem por que ficou ali.
Poema de Fernando Pessoa (Álvaro de Campos),
cantado por Margarida Pinto.