Tuesday, August 30, 2005

«This song is about that feeling you get in your stomach when you look across a crowded room and you feel hopefully in love»*

Coming up beyond belief
On this coronary feif
More than just a leitmotif
More chaotic, no relief

I'll describe the way I feel
Weeping wounds that never heal
Can the savior be for real?
Or are you just my seventh seal?

No hesitation, no delay
You come on just like special K
Just like I swallowed half my stash
I never ever wanna crash
No hesitation, no delay
You come on just like special K
Now you're back and don't demand
I'm on sinking sand

Gravity, no escaping
Gravity
Gravity
No escaping
Not for free
I fall down
Hit the ground
Make a heavy sound
Every time
You seem to come around

I'll describe the way I feel
You're my new Achille's heel

Can the savior be for real?
Or are you just my seventh seal?

No hesitation
No delay
You come on just like special K
Just like I swallowed half my stash
I never ever want to crash
No hesitation
No delay
You come on just like special K
Now you're back and don't demand
I'm on sinking sand

Gravity
No escaping gravity
Gravity
No escaping
Not for free
I fall down
Hit the ground
Make a heavy sound
Every time
You seem to come around

No escaping gravity
No escaping gravity
No escaping gravity
No escaping gravity
Gravity X4



Placebo - Special K

* in Cabaret of Desire

Monday, August 29, 2005

“This thing of many wives is not good, how does he satisfy them all?”

by Patience Dlamini

Nightwish - Ocean Soul

One more night
To bear this nightmare
What more do I have to say

Crying for me was never worth a tear
My lonely soul is only filled with fear

Long hours of loneliness
Between me and the sea

Losing emotion
Finding devotion
Should I dress in white and search the sea
As I always wished to be - one with the waves
Ocean Soul

Walking the tideline
I hear your name
Is angels wispering
Something so beautiful it hurts

I only wished to become something beautiful
Through my music, through my silent devotion

Friday, August 26, 2005

Old School Rocks!!!

Afinal não desapareci. Lembrei-me há bocado que tinha aí uma máquina em casa. Um belo P II 300Mhz com 64Mb RAM, 2Mb placa gráfica, 1MB de som. Alto PC há sete anos atrás. Em trinta minutos que estou aqui sei que estou farto desta máquina. Música nem pensar nisso, porque se não os MP3 parecem uma daquelas cassetes antigas que se enrolam e ficam mais lentas. Enfim... O meu PC foi para arranjar, tinha o gravador de DVD avariado. Aproveitei e pus mais 512Mb RAM e um disco de 80 Gb que muito jeito vai dar para o Emule. Bem e agora antes que me passe das ideias, vou terminar este post, porque o PC vai rebentar a qualquer minuto.

Ausência

Devido a problemas de hardware, vou-me ausentar durante cinco ou seis dias. Mas voltarei com bom material (espero eu...).

Thursday, August 25, 2005

Nota: nunca pedir indicações a miúdos

X - Olha lá, por acaso não sabes onde é que fica o edifício Y?
Miúdo - Claro que sei, vou lá todos os dias com os meus amigos. Costumamos ir lá só à tarde porque aquilo não está aberto de manhã. Mas é muito fixe, fazemos muitas coisas giras.
X - Então mas e onde é que fica?
Miúdo - Ah! Então... bem... errr... 'Tás a ver esta rua?
X- Sim.
Miúdo - Não é aqui.
X - Pois, isso eu sei. Então é onde?
Miúdo - É lá ao fundo.
X- Mas lá ao fundo onde? E como é que vou para lá?
Miúdo - Lá ao fundo mais ou menos perto de um café. Podes ir de carro por esta rua. Ou por aquela. Também dá.
X - Mas mais ou menos perto como? Tenho de virar para algum lado?
Miúdo - Errr... bem... Tens o café. Depois andas e andas e andas e tens uma estrada que vai dar a um lugar.
X - Sim e essa estrada é que lá vai dar? É à esquerda ou à direita?
Miúdo - Vai lá dar mais ou menos. É para o lado.
X - Mas para que lado?
Miúdo - Para o lado que não é o do café.
X - Então espera. Indo por esta rua como é que eu vou ter ao café?
Miúdo - Desces.
X - Só isso? O café é ao fundo da rua?
Y - Mais ou menos. Tens de andar para a estrada ao lado.
(...)


X - alguém completamente perdido num lugar que não conhece.

Faz o que eu digo, não faças o que eu faço

Ainda esta semana o nosso excelentíssimo Presidente da República Jorge Sampaio apelou "às entidades patronais que dispensem os trabalhadores que são bombeiros para combater o "terrível flagelo" dos fogos florestais".
No entanto, ainda há pouco, na SIC, um comandante dos bombeiros afirmou que não conseguiu a dispensa de um militar, portanto funcionário estatal, e que, para além da resposta ser negativa, esta demorou mais de um mês a chegar.
Para além disso, existe ainda o caso dos três bombeiros franceses que viajaram para Portugal por iniciativa própria para ajudar no combate aos incêndios, mas que nada podem fazer porque lei não permite que trabalhem lado a lado com os colegas portugueses.
No mínimo intrigante, não?

O "bom exemplo"

«Ao explicar aos jornalistas as razões da escolha da Lousã para esta visita, quando outros concelhos do distrito foram mais devastados pelo fogo - como Coimbra, Vila Nova de Poiares, Penacova ou Miranda do Corvo, cujas câmaras têm presidentes do PSD -, considerou que o município liderado pelo socialista Fernando Carvalho "é um bom exemplo" no cuidado face aos recursos florestais.

Na opinião do governante, "a Lousã tem sido um dos concelhos mais pro-activos" na gestão florestal, apostando na colaboração entre a autarquia, a administração florestal, os proprietários privados e os compartes dos baldios.
»

Fonte: SIC Online.

Wednesday, August 24, 2005

Oficiais britânicos dançam ao som da “Bohemian Rhapsody”

Parece que os marinheiros britânicos se dedicam a fazer vídeos para caridade quando estão entendiados a bordo dos seus navios. Eu vi este, em que dançam ao som da “Bohemian Rhapsody” dos Queen, ontem no telejornal da SIC e achei hilariante... Desde aí que tenho procurado na net para colocar aqui no blogue à disposição de todos mas não encontrei. Nem sequer ouvi ou li mais notícias sobre o assunto. Caso encontrem esta preciosidade, não se esqueçam de partilhar por aqui...


(Clicar no título para ler a notícia no site da Royal Navy)

Tuesday, August 23, 2005

13-08-2005

Cá estou eu feliz da vida! Benfica ganhou a Supertaça! Enfim... Avançando com o tema de ontem (post 12-08-2005): eu talvez fosse capaz de desculpar uma traição, mas teria de compreender muito bem, isto se tivesse como. "Teria de perceber as tentações da carne". Quantas e quantas vezes não nos sentimos atraidos por alguém quando não podemos? E depois falei no dependia quem fosse e com quem fosse. Claro que aqui o quem faz seria a minha mulher ou namorada, mas dependeria do feitio de cada um. Talvez nem todos compreendam este "feitio", mas tem a ver com a maneira que essa pessoa lida com uma relação. Nunca desculparia se fosse com um melhor amigo.
O dia de hoje... Só valeu o final que foi a vitória do Benfica! De manhã, acordei com imenso barulho. Conversas que irritam porque são sobre o que não interessa, que o mais fácil de dizer, conversas sobre os outros. Depois vieram uns tios almoçar cá a casa, o que é bom, pois serve para descontrair. A tarde passou-se pela TV. Agora é noite e cheira a queimado. Ouvi na rádio um incêndio na Pampilhosa da Serra. Ainda fica longe e o que me acalma é que o vento está para o outro lado, se não esta noite era capaz de não dormir. No fim disto, espero que venha a familia que me vaia nimar, e que finalmente iso ganhe vida.
Volto a questionar algo simples. Porque não me sais tu da cabeça? Estás aí no Sul e eu espero por ti, apesar de saber o que se passa. Espero que esta doença passe depressa, ou então não...
Outra pergunta: Alguém teve um amor que dure uma vida, mesmo que tenha sido platónico?

AMMC 13-08-2005

E afinal o «homem do piano» era uma fraude...

Monday, August 22, 2005

Blogues com música

Quem se lembrou da bela ideia de colocar música em blogues não teve em conta que existe quem tenha o hábito de ver mais do que um blogue de cada vez. Nem pensou no facto de que a ideia, como tudo o que é inovação, se iria espalhar, dando origem a uma adesão maciça. Mas, sobretudo, esqueceu-se de que isso iria ser terrivelmente chato para quem tem o hábito de ver mais do que um blogue de cada vez. Porque, às tantas, já há umas quatro ou cinco músicas a tocar em simultâneo. Porque, muitas vezes, os botões de pausa e de stop estão tão à vista como uma agulha num palheiro. Porque não há quem as faça parar.


Sim, eu sei que este blogue também tem música, mas esse campo é inteiramente da responsabilidade do Sr. Alexandre Caetano.

«a arder»

«(...) Às vezes apetece-me gritar (até para mim própria, notem) Abri os olhos!, gente que passais a vida enfornados nos vossos assépticos apartamentos citadinos, cubículos de vaidade onde mal cabem os vossos egos insuflados. Abri os olhos, gente que se enoja ao primeiro salpico de lama e rebenta em erupções cutâneas à mera ideia do despontar da verdura primaveril. Acordai!, que a Natureza está a desaparecer e o futuro dos vossos filhos está a arder.
Convencei-vos de uma coisa: sem Ela por perto, nós somos nada - e não há cá plasmas, nem ipodes, nem pecês xispeteó, nem playstations, nem turbos último modelo que nos salvem, se teimarmos em renegá-la e em empurrá-la para o quintal do vizinho ou para aquela abstracção longínqua a que convencionámos chamar de campo.
Dá-me ganas, isto tudo. Alguém tem que pagar por esta desgraça. Não, não falo do retorno aos obscuros meandros medievais da vindicta privada (embora...) , mas sim da responsabilização efectiva. A responsabilização política, de quem ano após ano permite esta catástrofe, descurando a prevenção e desprezando as suas consequências (tratando com laxismo quem a provoca); e a responsabilização criminal, de quem larga o lastro do fogo por este país fora. Cá para mim, era prisão com eles: preventiva, primeiro e, depois, efectiva, por muito anos e bons.
E, se possível fosse, umas horitas na frigideira, à moda do Tarrafal - facto que talvez os dissuadisse de voltarem a pegar num fósforo nos tempos mais próximos. Mas pronto, já sei, isto é uim país democrático. Não há quem o governe, já lá dizia o Júlio César, mas não deixa de ser uma democracia, que não andámos a enfiar cravos nos canos das espingardas para nada.
Por isso (infelizmente), os incendiários têm direitos, os madeireiros e os patos-bravos, também, e os políticos, então, esses, nem se fala: têm todos os direitos, incluindo o direito às chamadas férias-avestruz (em que, enquanto descansam lá longe e no fresquinho, enfiam as cabecinhas na areia e fingem que não vêem) e o direito de gozarem indecentemente com a nossa miséria, anos após ano e de, não obstante, ninguém lhes partir as caras-de-pau, em directo e no prime time.
O que é pena.
»


Por: vieira do mar.

«Sem saída»

Virada para a bancada de cozinha preparava o jantar quando o primeiro golpe a atingiu.
As palavras tinham-na atingido antes. Duras. Ofensivas. Como sempre.
- Hoje de novo não, pensou.
- Vou fazer o jantar, disse alto.
Refugiou-se na cozinha tentando adiar a agressão, que sabia inevitável.
Quando o golpe a atingiu no ombro gritou. Ele continuou. Como sempre.
Marcando-lhe o rosto. O corpo. Como sempre.
Marcas de tantos anos que eram só uma. Dores de tantos anos que eram só uma.

Ela levantou-se do chão. Acabou de fazer o jantar. Serviu-lho.
Como se nada tivesse acontecido.
Ele jantou.
Como se nada tivesse acontecido.
Ela esperou.
Arrumou a cozinha. Esperou.
Ele chamou-a. Não respondeu. Esperou.

Levantou a mesa. Lavou cuidadosamente a loiça.
Não tentou ocultar os vestígios dos comprimidos. Arrumou e limpou tudo cuidadosamente. Como sempre fazia.

Olhou as paredes imaculadas de silêncio. O corpo dele no chão. Atapetando o chão.
Vestiu o casaco.
Pousou cuidadosamente o que lhe restava de amor no móvel do hall de entrada. Junto às chaves.
Para que os filhos no dia seguinte encontrassem chaves e amor.
Saiu.
Olhos limpos. Isenta de culpa.

Respirou fundo a água e o escuro quando o corpo num salto atingiu o rio.

Por: Encandescente.

Sunday, August 21, 2005

Los Sepulcros! LOL!!!