«Apenas posso dizer que o martírio é o máximo de felicidade e orgulho a que alguém pode aspirar e que os militantes aspiram por essa oportunidade meses, nalguns casos anos.
O mártir tem uma sensação indiscritível. O martírio é como passar da clausura de quatro paredes estreitas para um outro espaço imenso.
(...) O martírio converteu-se num acto fundamental da nossa cultura. Crianças, mulheres, milhares de palestinianos desejam tornar-se mártires. A devoção a que se assiste nos funerais dos mártires é a melhor prova.»
in Entrevistas no Centro do Mundo


