Monday, May 02, 2005
E tu, tens referências?
Já alguém viu a nova publicidade televisiva da Coca-Cola? Mais uma vez, simplesmente genial.
(E eu até sou anti-Coca-Cola...)
Sunday, May 01, 2005
Constituição Europeia
Esta é a primeira vez que leio um texto simples (no sentido de não complexo) e minimamente esclarecedor sobre a problemática da Constituição Europeia. Por isso mesmo, aconselho a darem uma espreitadela. Penso que valerá a pena. Fico à espera do resto.
«É bom distinguir entre eleições e democracia. Eleições são o método democrático de escolher e afastar dirigentes. Democracia é a separação dos poderes, o primado da lei, o pluralismo, as liberdades. Mas democratizar passa por eleições e estas podem ter um efeito indesejado: colocar os fundamentalistas no poder.»
Jorge Almeida Fernandes
in Público, 1 de Maio de 2005
Contradições
Por um lado, defendem os valores católicos com "unhas e dentes", protestando contra o fim da educação religiosa do ensino das escolas públicas, por outro dão um belíssimo exemplo desses valores através do recurso à violência.
Metallica - Until it Sleeps
Where do I take this pain of mine
I run but it stays right by my side
So tear me open, pour me out
These things inside they scream and shout
And the pain still hates me
So hold me until it sleeps
Just like a curse, just like a stray
You feed it once and now it stays
Now it stays
So tear me open, but beware
There's things inside without a care
And the dirt still stains me
So wash me until I'm clean
It grips you so hold me
It stains you so hold me
It hates you so hold me
It holds you so hold me
Until it sleeps...
So tell me why you've chosen me
Don't want your grip
Don't want your greed
Don't want it
I'll tear me open, make you gone
No more can you hurt anyone
And the fear still shakes me
So hold me until it sleeps
I don't want it..... NO
It grips you so hold me
It stains you so hold me
It hates you so hold me
It holds you, holds you, holds you
Until it sleeps...
So tear me open, but beware
The pain's inside without a care
And the dirt still stains me
So wash me til I'm clean
I'll Tear me open, make you gone
No longer will you hurt anyone
And the hate still shakes me
So hold me until it sleeps
Until it sleeps
Until it sleeps
Until it sleeps
I run but it stays right by my side
So tear me open, pour me out
These things inside they scream and shout
And the pain still hates me
So hold me until it sleeps
Just like a curse, just like a stray
You feed it once and now it stays
Now it stays
So tear me open, but beware
There's things inside without a care
And the dirt still stains me
So wash me until I'm clean
It grips you so hold me
It stains you so hold me
It hates you so hold me
It holds you so hold me
Until it sleeps...
So tell me why you've chosen me
Don't want your grip
Don't want your greed
Don't want it
I'll tear me open, make you gone
No more can you hurt anyone
And the fear still shakes me
So hold me until it sleeps
I don't want it..... NO
It grips you so hold me
It stains you so hold me
It hates you so hold me
It holds you, holds you, holds you
Until it sleeps...
So tear me open, but beware
The pain's inside without a care
And the dirt still stains me
So wash me til I'm clean
I'll Tear me open, make you gone
No longer will you hurt anyone
And the hate still shakes me
So hold me until it sleeps
Until it sleeps
Until it sleeps
Until it sleeps
«O velho Oeste está de volta»
Nos EUA existem cerca de 280 milhões de pessoas e 192 milhões de armas de fogo. Todos os anos cerca de 130 mil pessoas são feridas a tiro e cerca de 30 mil morrem. No entanto, em vez de se reprimir o uso de armas, implementam-se leis que só o incentivam:
«O governador da Florida, Jeb Bush, concedeu autorização aos cidadãos do estado para disparar nas ruas, se se sentirem ameaçados. Os críticos da nova lei já afirmaram que está instalada a lei do velho Oeste: dispara primeiro, pergunta depois.»*Será isto fruto da natural burrice americana ou, uma vez mais, haverá interesses envolvidos?
*Público, 30 de Abril de 2005
pág 28 e 29 de No dia em que fugimos tu não estavas em casa, de Fernando Alvim
"Escondo-me debaixo da tua cama para te sentir ao deitar. Vejo os teus pezinhos de lã a chegarem-se muito a mim e sinto a vontade de os trincar, mas nesse preciso instante eles elevam-see desaparecem do chão. Aqui a descansar as tuas pantufas, com dois coelhinhos nas pontas de orelhas pontiagudas, como que à espera que eu lhes segredasse algo que nunca tivesse revelado. Rio-me sozinho enquanto apagas a luz e sinto-te a beijar a almofada como se estivesses a cumprir uma promessa. Sorrio. Estou debaixo de ti como que debaixo do mundo e agora só ouço a tua respiração que lentamente me convence que entraste no reino dos sonhos, onde aí sim, tu sabes poder ser o que quiseres, sem que nada te possa impedir de fazer o que quer que seja, nem muito menos privar-te dos pequenos prazeres que encontraste no cimo das nuvens. O sonho. Entro no teu sonho por uma janelinha que abriste só para mim, como no «Tom Sawyer», em que se fugia a meio da noite para partir à aventura. E assim, fugimos os dois por um campo imenso, com caminhso muitos estreitos e sinuosos que se iluminam à medida que passamos e desaparecem quando olhamos para trás, como que a quererem dizer que devemos ir em frente. Paramos. Respiramos ou suspiramos, não sei. Olhamos definitivamente um para o outro como se nunca nos tivéssemos visto e procuramos encontrar defeitos físicos que sabemos de nada interessarem."
"Escondo-me debaixo da tua cama para te sentir ao deitar. Vejo os teus pezinhos de lã a chegarem-se muito a mim e sinto a vontade de os trincar, mas nesse preciso instante eles elevam-see desaparecem do chão. Aqui a descansar as tuas pantufas, com dois coelhinhos nas pontas de orelhas pontiagudas, como que à espera que eu lhes segredasse algo que nunca tivesse revelado. Rio-me sozinho enquanto apagas a luz e sinto-te a beijar a almofada como se estivesses a cumprir uma promessa. Sorrio. Estou debaixo de ti como que debaixo do mundo e agora só ouço a tua respiração que lentamente me convence que entraste no reino dos sonhos, onde aí sim, tu sabes poder ser o que quiseres, sem que nada te possa impedir de fazer o que quer que seja, nem muito menos privar-te dos pequenos prazeres que encontraste no cimo das nuvens. O sonho. Entro no teu sonho por uma janelinha que abriste só para mim, como no «Tom Sawyer», em que se fugia a meio da noite para partir à aventura. E assim, fugimos os dois por um campo imenso, com caminhso muitos estreitos e sinuosos que se iluminam à medida que passamos e desaparecem quando olhamos para trás, como que a quererem dizer que devemos ir em frente. Paramos. Respiramos ou suspiramos, não sei. Olhamos definitivamente um para o outro como se nunca nos tivéssemos visto e procuramos encontrar defeitos físicos que sabemos de nada interessarem."
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