Sunday, March 20, 2005
Paulo Coelho - 11 Minutos
«...vejo que aqueles que me tocaram a alma não conseguiram despertar o meu corpo, e aqueles que tocaram no meu corpo não conseguiram despertar a minha alma.»
Saturday, March 19, 2005
Aquecimento global (II)
MITOS
Não acredite nestas declarações, muito comuns nos telejornais e nas campanhas eleitorais:
1. O aquecimento global e as alterações climáticas não são reais. Investigações realizadas em quase todos os países demonstram para além de qualquer dúvida que a subida de temperaturas está a acelerar;
2. O aquecimento global é um fenómeno natural. O nosso planeta sofre variações de temperatura regulares mas as verificadas até ao momento (principalmente as da década de 70 do século passado) ultrapassam largamente qualquer variação alguma vez registada;
3. Os efeitos das alterações climáticas e do aquecimento global serão graduais. Os episódios de frio e calor extremos, tempestades fora de época e outras situações que são cada vez mais comuns, bem como a história documentada do clima mostram que as alterações podem ocorrer em apenas alguns anos;
4. Esta situação não vai afectar Portugal. O nosso país já sente, como muitos outros, tempestades mais severas, secas prolongadas, a morte de florestas e o surgimento de pragas, padrões migratórios de animais alterados e muitos outros sintomas relacionados com o aquecimento global;
5. Pode até ser bom para nós. É facto de regiões frias estão mais quentes mas também é facto que a costa está a sofrer uma erosão acentuada e que os incêndios e as mortes devido ao calor estão a aumentar;
6. A agricultura pode tirar partido do aumento do dióxido de carbono. É facto que o aumento da taxa de dióxido de carbono permite a algumas plantas cultivadas crescer mais rapidamente mas também acelera o crescimento de ervas daninhas, levando ao surgimento de pestes e a secas. Para além disso, a alteração das zonas climáticas impede certas culturas de crescer onde antes se davam bem;
7. O governo está a tomar medidas para controlar a situação. Apesar de signatário do protocolo de Kyoto, o governo português continua a manter a dependência da queima de petróleo e carvão para a obtenção de energia, arrastando consigo autarquias cujos planos de redução de emissões são esmagados por falta de apoio;
8. Mais importante que o aquecimento global é o desenvolvimento económico nacional. O aquecimento global é a maior ameaça à espécie humana que actualmente enfrentamos, pois os efeitos negativos sobre o clima, fornecimento de água, doenças, agricultura, recursos marinhos e saúde são gigantescos;
11. A tecnologia moderna vai encontrar uma solução para o aquecimento global. De certeza que grandes soluções milagrosas não existem mas pequenas coisas do dia a dia já são conhecidas e podem entrar em vigor desde já;
12. Não podemos fazer nada por isso mais vale não nos preocuparmos. Todos podemos fazer a diferença, é só querer alterar o que está errado ...
Fonte: À Descoberta da Vida.
Não acredite nestas declarações, muito comuns nos telejornais e nas campanhas eleitorais:
1. O aquecimento global e as alterações climáticas não são reais. Investigações realizadas em quase todos os países demonstram para além de qualquer dúvida que a subida de temperaturas está a acelerar;
2. O aquecimento global é um fenómeno natural. O nosso planeta sofre variações de temperatura regulares mas as verificadas até ao momento (principalmente as da década de 70 do século passado) ultrapassam largamente qualquer variação alguma vez registada;
3. Os efeitos das alterações climáticas e do aquecimento global serão graduais. Os episódios de frio e calor extremos, tempestades fora de época e outras situações que são cada vez mais comuns, bem como a história documentada do clima mostram que as alterações podem ocorrer em apenas alguns anos;
4. Esta situação não vai afectar Portugal. O nosso país já sente, como muitos outros, tempestades mais severas, secas prolongadas, a morte de florestas e o surgimento de pragas, padrões migratórios de animais alterados e muitos outros sintomas relacionados com o aquecimento global;
5. Pode até ser bom para nós. É facto de regiões frias estão mais quentes mas também é facto que a costa está a sofrer uma erosão acentuada e que os incêndios e as mortes devido ao calor estão a aumentar;
6. A agricultura pode tirar partido do aumento do dióxido de carbono. É facto que o aumento da taxa de dióxido de carbono permite a algumas plantas cultivadas crescer mais rapidamente mas também acelera o crescimento de ervas daninhas, levando ao surgimento de pestes e a secas. Para além disso, a alteração das zonas climáticas impede certas culturas de crescer onde antes se davam bem;
7. O governo está a tomar medidas para controlar a situação. Apesar de signatário do protocolo de Kyoto, o governo português continua a manter a dependência da queima de petróleo e carvão para a obtenção de energia, arrastando consigo autarquias cujos planos de redução de emissões são esmagados por falta de apoio;
8. Mais importante que o aquecimento global é o desenvolvimento económico nacional. O aquecimento global é a maior ameaça à espécie humana que actualmente enfrentamos, pois os efeitos negativos sobre o clima, fornecimento de água, doenças, agricultura, recursos marinhos e saúde são gigantescos;
11. A tecnologia moderna vai encontrar uma solução para o aquecimento global. De certeza que grandes soluções milagrosas não existem mas pequenas coisas do dia a dia já são conhecidas e podem entrar em vigor desde já;
12. Não podemos fazer nada por isso mais vale não nos preocuparmos. Todos podemos fazer a diferença, é só querer alterar o que está errado ...
Fonte: À Descoberta da Vida.
Thursday, March 17, 2005
Jackpot for Mr. Bush (melhor impossível)
George W. Bush confirmou ontem a nomeação de Paul Wolfowitz, actual subsecretário da Defesa, para a presidência do Banco Mundial.
Curiosidade: Wolfowitz é, para além de outros aspectos interessantes, considerado o "principal arquitecto da invasão do Iraque".
SECA - O que cada cidadão pode e DEVE fazer
A Associação Quercus alerta para as medidas que todos nós podemos adoptar no dia-a-dia para reduzir o consumo de água e minimizar o impacto ambiental e económico da seca.
Autoclismos
- Ajuste do autoclismo para o volume de descarga mínimo (quando aplicável);
- Uso de descarga de menor volume, ou interrupção da descarga, para usos que não necessitem da descarga total (e.g. urina);
- Colocação de lixo em balde apropriado a esse fim, evitando deitar lixo na bacia de retrete e a descarga associada;
- Redução do volume de armazenamento (colocando garrafas, pequenas barragens plásticas, etc.), evitando no entanto usar objectos que se deteriorem ou que impeçam o bom funcionamento dos mecanismos;
- Não efectuar descargas desnecessárias do autoclismo;
- Reutilização de água de outros usos para lavagem da bacia de retrete (em situações de escassez);
- Aquisição ou substituição de autoclismos, eventualmente associados a retretes específicas, mais eficientes.
Chuveiros
- Utilização preferencial do duche em alternativa ao banho de imersão;
- Utilização de duches curtos, com um período de água corrente não superior a 5 minutos;
fecho da água do duche durante o período de ensaboamento;
- Em caso de opção pelo banho de imersão, utilização de apenas 1/3 do nível máximo da banheira;
- Recolha da água fria corrente até chegar a água quente torneira, para posterior rega de plantas ou lavagens na habitação (em situação de escassez);
- Utilização de recipiente para certos usos (lavagem de vegetais, de mãos, etc.) e reutilização no autoclismo ou na rega consoante apropriado (em situação de escassez);
- Adopção de um modelo com menor caudal sempre que for necessária a substituição de um chuveiro;
- Utilização de torneiras misturadoras, mono comando ou termo estáticas, que permitem também diminuir o consumo por utilização, já que permitem a redução do desperdício até a água ter a temperatura desejada (por eliminação do tempo de regulação da temperatura e facilidade de abertura e fecho);
- Adaptação de dispositivos convencionais através da instalação de arejador, de redutor de pressão (anilha ou válvula) ou de válvula de seccionamento.
Torneiras (lavatório, bidé, banheira e lava-loiças)
- Minimização da utilização de água corrente para lavar ou descongelar alimentos (com utilização alternativa de alguidar), para lavagem de louça ou roupa (com alguidar), para escovar os dentes (com uso de copo ou fechando a torneira durante a escovagem), para fazer a barba (com água no lavatório ou com utilização alternativa de máquina eléctrica) ou lavar as mãos;
- Verificação do fecho correcto das torneiras após o uso, não as deixando a pingar;
- Utilização da menor quantidade de água possível para cozinhar os alimentos, usando alternativamente vapor, microondas ou panela de pressão (poupando água, vitaminas e melhorando o sabor);
- Utilização de alguma água de lavagens, enxaguamento de roupa ou louça ou de duches (com pouco detergente) para outros usos, como sejam lavagens na casa e, por períodos limitados, em rega de plantas (também para encher autoclismos, desligando previamente as torneiras);
- Utilização da água de cozer vegetais para confeccionar sopas ou para cozer outros vegetais (no frigorífico dura vários dias);
- Sempre que necessária a substituição de uma torneira, optar por um modelo com menor caudal;
- A utilização de dispositivos mais eficientes permite diminuir o consumo; entre os diferentes mecanismos existentes destacam-se as torneiras com maior ângulo de abertura do manípulo, com redutor de caudal, com dispositivo arejador, com dispositivo pulverizador, com fecho automático ou torneiras com comando electrónico;
- Recurso a torneiras misturadoras, mono comando ou termo estáticas;
- Adaptação de dispositivos convencionais através da instalação de arejador ou de redutor de pressão (anilha ou válvula).
Máquinas de lavar roupa
- Consulta das instruções do equipamento, particularmente no que se refere a recomendações relativas aos consumos de água, energia e detergente;
- Utilização da máquina apenas com carga completa;
- Não utilização de programas com ciclos desnecessários (exemplo, pré ¬lavagem);
- Selecção dos programas conducentes a menor consumo de água;
- Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o nível de água mínimo, se possuir regulador para esse fim;
- Substituição de máquinas de lavar roupa no fim de vida por outras mais eficientes em termos de uso de água e energia e com maior flexibilidade para adaptação dos programas necessidades de lavagem.
Máquinas de lavar louça
- Cumprimento das instruções do equipamento, particularmente no que refere a recomendações relativas aos consumos de água, energia e aditivos (detergente, sal e abrilhantador);
- Utilização da capacidade total de carga sempre que possível;
- Minimização do enxaguamento da louça antes de a colocar na máquina;
- Não utilização de programas com ciclos desnecessários (por exemplo, enxaguamento);
- Selecção de programas conducentes a menor consumo de água;
- Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o mínimo nível de água, se possuir regulador para esse fim;
- Lavagem de louça na máquina em vez de a lavar mão;
- Limpeza regular dos filtros e remoção de depósitos;
- Substituição de máquinas de lavar louça no fim de vida por outras mais eficientes em termos de uso de água e energia e com maior flexibilidade para adaptação dos programas necessidades de lavagem.
Nota: Todos os textos foram retirados e/ou adaptados e organizados a partir do Programa Nacional de Uso Eficiente da Água (Instituto da Água, Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, 2001).
Autoclismos
- Ajuste do autoclismo para o volume de descarga mínimo (quando aplicável);
- Uso de descarga de menor volume, ou interrupção da descarga, para usos que não necessitem da descarga total (e.g. urina);
- Colocação de lixo em balde apropriado a esse fim, evitando deitar lixo na bacia de retrete e a descarga associada;
- Redução do volume de armazenamento (colocando garrafas, pequenas barragens plásticas, etc.), evitando no entanto usar objectos que se deteriorem ou que impeçam o bom funcionamento dos mecanismos;
- Não efectuar descargas desnecessárias do autoclismo;
- Reutilização de água de outros usos para lavagem da bacia de retrete (em situações de escassez);
- Aquisição ou substituição de autoclismos, eventualmente associados a retretes específicas, mais eficientes.
Chuveiros
- Utilização preferencial do duche em alternativa ao banho de imersão;
- Utilização de duches curtos, com um período de água corrente não superior a 5 minutos;
fecho da água do duche durante o período de ensaboamento;
- Em caso de opção pelo banho de imersão, utilização de apenas 1/3 do nível máximo da banheira;
- Recolha da água fria corrente até chegar a água quente torneira, para posterior rega de plantas ou lavagens na habitação (em situação de escassez);
- Utilização de recipiente para certos usos (lavagem de vegetais, de mãos, etc.) e reutilização no autoclismo ou na rega consoante apropriado (em situação de escassez);
- Adopção de um modelo com menor caudal sempre que for necessária a substituição de um chuveiro;
- Utilização de torneiras misturadoras, mono comando ou termo estáticas, que permitem também diminuir o consumo por utilização, já que permitem a redução do desperdício até a água ter a temperatura desejada (por eliminação do tempo de regulação da temperatura e facilidade de abertura e fecho);
- Adaptação de dispositivos convencionais através da instalação de arejador, de redutor de pressão (anilha ou válvula) ou de válvula de seccionamento.
Torneiras (lavatório, bidé, banheira e lava-loiças)
- Minimização da utilização de água corrente para lavar ou descongelar alimentos (com utilização alternativa de alguidar), para lavagem de louça ou roupa (com alguidar), para escovar os dentes (com uso de copo ou fechando a torneira durante a escovagem), para fazer a barba (com água no lavatório ou com utilização alternativa de máquina eléctrica) ou lavar as mãos;
- Verificação do fecho correcto das torneiras após o uso, não as deixando a pingar;
- Utilização da menor quantidade de água possível para cozinhar os alimentos, usando alternativamente vapor, microondas ou panela de pressão (poupando água, vitaminas e melhorando o sabor);
- Utilização de alguma água de lavagens, enxaguamento de roupa ou louça ou de duches (com pouco detergente) para outros usos, como sejam lavagens na casa e, por períodos limitados, em rega de plantas (também para encher autoclismos, desligando previamente as torneiras);
- Utilização da água de cozer vegetais para confeccionar sopas ou para cozer outros vegetais (no frigorífico dura vários dias);
- Sempre que necessária a substituição de uma torneira, optar por um modelo com menor caudal;
- A utilização de dispositivos mais eficientes permite diminuir o consumo; entre os diferentes mecanismos existentes destacam-se as torneiras com maior ângulo de abertura do manípulo, com redutor de caudal, com dispositivo arejador, com dispositivo pulverizador, com fecho automático ou torneiras com comando electrónico;
- Recurso a torneiras misturadoras, mono comando ou termo estáticas;
- Adaptação de dispositivos convencionais através da instalação de arejador ou de redutor de pressão (anilha ou válvula).
Máquinas de lavar roupa
- Consulta das instruções do equipamento, particularmente no que se refere a recomendações relativas aos consumos de água, energia e detergente;
- Utilização da máquina apenas com carga completa;
- Não utilização de programas com ciclos desnecessários (exemplo, pré ¬lavagem);
- Selecção dos programas conducentes a menor consumo de água;
- Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o nível de água mínimo, se possuir regulador para esse fim;
- Substituição de máquinas de lavar roupa no fim de vida por outras mais eficientes em termos de uso de água e energia e com maior flexibilidade para adaptação dos programas necessidades de lavagem.
Máquinas de lavar louça
- Cumprimento das instruções do equipamento, particularmente no que refere a recomendações relativas aos consumos de água, energia e aditivos (detergente, sal e abrilhantador);
- Utilização da capacidade total de carga sempre que possível;
- Minimização do enxaguamento da louça antes de a colocar na máquina;
- Não utilização de programas com ciclos desnecessários (por exemplo, enxaguamento);
- Selecção de programas conducentes a menor consumo de água;
- Regulação da máquina para a carga a utilizar e para o mínimo nível de água, se possuir regulador para esse fim;
- Lavagem de louça na máquina em vez de a lavar mão;
- Limpeza regular dos filtros e remoção de depósitos;
- Substituição de máquinas de lavar louça no fim de vida por outras mais eficientes em termos de uso de água e energia e com maior flexibilidade para adaptação dos programas necessidades de lavagem.
Nota: Todos os textos foram retirados e/ou adaptados e organizados a partir do Programa Nacional de Uso Eficiente da Água (Instituto da Água, Ministério do Ambiente e Ordenamento do Território, 2001).
«Gostar de fruta é de homem»
Este é o "interessante" slogan da nova revista masculina em Portugal: FHM. Apesar de ser uma novidade por cá, parece que, pelos vistos, já é bem conhecida por outras paragens. Digo "interessante" porque não consegui atingir a sua verdadeira mensagem. Será que é um código que só os homens conseguem descodificar? E o nome? Está relacionado? Alguém que me ilumine se faz favor...
Wednesday, March 16, 2005
Governo "esquece" protecção do ambiente
O biogás é produzido através da reciclagem de produtos orgânicos, provenientes dos chamados "resíduos domésticos", dos esgotos e dos dejectos das explorações pecuárias. Este processo, ao contrário das restantes alternativas, reaproveita o metano, produzido pela decomposição destes detritos, e não dá origem a emissões de dióxido de carbono, sendo que estes dois gases são dos que mais contribuem para o efeito de estufa.
Dada a sua rentabilidade, muitas empresas apostaram na triagem dos resíduos, de forma a retirar dos aterros o que é biodegradável e a apostar em projectos de digestão anaeróbia (de onde se produz o biogás), como é o caso de empresas que se envolveram no tratamento e reaproveitamento de dejectos das suiniculturas (que, grande parte das vezes, ainda são despejados ilegalmente nas águas dos rios, sendo um elevado factor de poluição).
No entanto, com esta nova medida, esta solução tornou-se muito menos rentável do que qualquer outra, o que já levou algumas empresas investidoras a repensarem o seu futuro. Por melhores que sejam as suas intenções, é óbvio que não se podem dar ao luxo de investirem em algo que não é rentável.
É difícil consciencializar as pessoas de que o ambiente precisa de ser preservado, quando o próprio Governo ainda precisa de uma boa dose de consciencialização.
Novos Talentos. Procuram-se!
Mundo Mix PT 2005
O Mundo Mix é um projecto de divulgação de Novos Talentos nas áreas da cultura, moda, música, artes e multimédia, pretendendo ainda facilitar a estes talentos a comercialização das suas obras.
O Mundo Mix vai apresentar-se em 2005 como um evento itinerante que vai marcar presença em Lisboa, Porto, Coimbra e Algarve (locais sujeitos a confirmação). Parte dos expositores destes eventos serão seleccionados através desta iniciativa.
Mais informações e inscrições aqui.
Tuesday, March 15, 2005
Emprego em Portugal
O Joaquim, depois de dormir numa almofada de algodão (MADE IN EGIPT)
começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (MADE IN JAPAN)
às 6 da manhã. Depois de um banho com sabonete (MADE IN GERMANY)
e enquanto o café (IMPORTADO DA COLÔMBIA)
estava a fazer na máquina (MADE IN CHINA),
barbeou-se com a máquina eléctrica (MADE IN HONG KONG).
Vestiu uma camisa (MADE IN SRI LANKA),
jeans de marca (MADE IN SINGAPORE),
uns ténis (MADE IN KOREA)
e um relógio de bolso (MADE IN SWISS).
Depois de preparar as torradas de trigo (PRODUCED IN USA)
na sua torradeira (MADE IN INDIA)
e enquanto tomava o café numa chávena (MADE IN FRANCE),
pegou na máquina de calcular (MADE IN MEXICO)
para ver quanto é que poderia gastar nesse dia.
Depois de acertar o relógio (MADE IN TAIWAN)
pelo rádio (MADE IN INDIA),
ainda bebeu um sumo de laranja (PRODUCED IN ISRAEL),
entrou no carro (MADE IN ITALY)
e continuou a sua busca por um emprego bem pago em PORTUGAL...
Ao fim de mais um dia frustrante,
com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (MADE IN FINLAND),
Joaquim decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (MADE IN BRAZIL),
sentou-se num sofá (MADE IN UK),
serviu-se de um copo de vinho (MADE IN SPAIN),
ligou a TV (MADE IN INDONESIA)
e pôs-se a pensar por que não conseguia encontrar um emprego bem pago em PORTUGAL...
Será que alguém poderá ajudá-lo a descobrir a razão?
começou o dia bem cedo, acordado pelo despertador (MADE IN JAPAN)
às 6 da manhã. Depois de um banho com sabonete (MADE IN GERMANY)
e enquanto o café (IMPORTADO DA COLÔMBIA)
estava a fazer na máquina (MADE IN CHINA),
barbeou-se com a máquina eléctrica (MADE IN HONG KONG).
Vestiu uma camisa (MADE IN SRI LANKA),
jeans de marca (MADE IN SINGAPORE),
uns ténis (MADE IN KOREA)
e um relógio de bolso (MADE IN SWISS).
Depois de preparar as torradas de trigo (PRODUCED IN USA)
na sua torradeira (MADE IN INDIA)
e enquanto tomava o café numa chávena (MADE IN FRANCE),
pegou na máquina de calcular (MADE IN MEXICO)
para ver quanto é que poderia gastar nesse dia.
Depois de acertar o relógio (MADE IN TAIWAN)
pelo rádio (MADE IN INDIA),
ainda bebeu um sumo de laranja (PRODUCED IN ISRAEL),
entrou no carro (MADE IN ITALY)
e continuou a sua busca por um emprego bem pago em PORTUGAL...
Ao fim de mais um dia frustrante,
com muitos contactos feitos através do seu telemóvel (MADE IN FINLAND),
Joaquim decidiu relaxar por uns instantes.
Calçou as suas sandálias (MADE IN BRAZIL),
sentou-se num sofá (MADE IN UK),
serviu-se de um copo de vinho (MADE IN SPAIN),
ligou a TV (MADE IN INDONESIA)
e pôs-se a pensar por que não conseguia encontrar um emprego bem pago em PORTUGAL...
Será que alguém poderá ajudá-lo a descobrir a razão?
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