Tuesday, February 22, 2005

Monday, February 21, 2005

E aí vem ela...


... a chuva.

«Nature Unveiled»


Fotografia de Nox Satvrnii (Olhares)

And the winners are...


... a democracia, pela diminuição do número de abstenções, contrariamente a todas as expectativas.

... a esquerda, por finalmente ter "ultrapassado" a direita no número total de votos, com uma larga margem, algo inédito até ontem em Portugal.

... as sondagens, por terem ficado próximas dos resultados finais, apesar de todas as críticas.

E o triste é...

... o PS lá ter levado a maioria absoluta para casa.

Legislativas 2005: resultados finais no continente e ilhas

PS: 45,05% (120 deputados) 2.573.302 votos
PSD: 28,69% (72) 1.638.931
CDU: 7,57% (14) 432.139
CDS-PP: 7,26% (12) 414.855
BE: 6,38% (8) 364.296
PCTP/MRPP: 0,84% (0) 47.745
PND: 0,70% (0) 39.986
PH: 0,30% (0) 16.866
PNR: 0,16% (0) 9365
POUS: 0,10% (0) 5572
PDA: 0,03% 1604
Votantes: 5.711.981 (65,02%)
Abstenção: 3.072.721 (34,98%)
Brancos: 103.555 (1,81%)
Nulos: 63.765 (1,12%)


Dados actualizados pelo Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral (Stape)

Saturday, February 19, 2005

Da Weasel - Nunca me deixes

A noite era calma,
a chuva era intensa...
uma fartasana mas isso é sem ofensa..
sou eu e ela naquele fartote..amor, prazer...
e eu mostrava o meu forte...com muita calma..
com muito amor...ela naminha alma e eu gritando por favor...

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)

Meu amor..minha dor...meu prazer...
meu terror...razão de toda afé e desgraça no criador...
tarde de verão..noite de inverno...
brisa de paraíso ou chama de inferno...
és como dois em um...versão concentrada...
para a minha razão..angustiada serenata...
sempre ao meu lado..sempre longe de mim...
sempre mais que suficiente...sempre assim assim

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)

Embora...agora tudo passou!!..
ela endoideceu...e logo me largou...
sem preconceito andar á deriva...eu andava só...
e não tinha mais saida...agora meu irmão..
pensa um bocado...como passarias se estivesses neste caso...
entre duas paredes num lugar estreito...
é como querer nadar sem ter o braço direito!!!

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)

interrupção instrumental...

Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)


Esta música marcou-me... Pronto, que querem que eu faça?
DA WEASEL FAN!!

Thursday, February 17, 2005

O Fogo!




És o fogo da minha vida
A razão do meu viver
A tua alma é me querida
Razão para eu morrer

Vivo sem ti,
Ou tento viver?
O que irei fazer aqui?
Controlo o meu ser...

O fogo que não aquece
O sentimento que grita
O fogo que desvanesce
A minha alma aflita

Apenas controlo
A minha incandescência
O teu fogo é o meu âmago
Tu minha impenitência...

Wednesday, February 16, 2005

O desejo...





A morte, que tanto desejamos...Ou não? Talvez tenhamos medo dela, mas no fundo julgo que todos queriamos sentir-nos mortos, para ver qual a sua sensação. Não sei, falo por mim. Não para nos mantermos mortos, mas sim para apenas saber o que será daqui a uns anos. Julgo que apenas vivemos uns tempos assim. Ai vida... Não te damos o devido valor, mas também não podemos dar mais. E quanto à morte, aqui a esperamos.
Perguntam vocês: Mas o que tem esta imagem a ver com a morte? Eu leio na imagem o drama da solidão, e que há de mais morto que a solidão? Quando estamos sós, só desejamos a morte, daí uma faca ao lado da rapariga. Difícil talvez definir o que é estar só, mas isso não se explica, sente-se. Só através daquele mistério é uma simples icógnita... E pergunto eu: Será que quando queremos estar sós, é quando desejamos a morte?...

Alexandre MM Caetano

Amor...

Nao sei se terei muita coisa a dizer sobre este sentimento inesplicável, visto ser um sentido contraditorio como diz a frase que todos conhecem: "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que doi e nao se sente, é um contentamento descontente...".
Sentidos contraditórios, este sentimento mais abstracto que todos os outros, e complicado na sua perfeição...
Perfeição?! Terei dito perfeição?! Será tão perfeito um sentimento que nos faz sofrer, até a mais sentida lagrima cair?
Será perfeito um sentimento que causa muitos outros tais como ciúme ódio e vingança?
Para mim é. O ódio nao provoca amor, a vingança também não. Só o amor tem poder para tal, por tanto amarmos uma pessoa, acabamos por fazer coisas que provávelmente não se explicam como vindas do amor. O amor nao traz só beijos, carinhos, abraços e felicidade. Desengane-se quem pensar que assim é. O amor traz consigo um turbilhão de sentimentos por vezes indesejados. Porque amar nao é aceitar tudo, aliás, onde tudo é aceite desconfio que haja falta de amor.
Será que alguém poderá dizer que sente amor?! Ninguém sabe qual é o limite, "amo muito" será suficiente para dizer que é amar? Dizer "amo pouco" será que já é amar? É difícil entender, já que a medida do amor é amar sem medida.
Nao sou ninguém para estar aqui a dizer isto, apenas tento perceber uma coisa que nunca ninguém conseguirá explicar.
Porque amar nao é o que queremos sentir mas sim o que sentimos sem querer.
O amor não conhece o que se possa chamar de vitória, apenas alguns pequenos sucessos estratégicos, antes do desastre final, da morte ou da indiferença.

Quem ama demais, nao ama o suficiente...

«Sede»

Fotografia de Elizete Nascimento (Olhares)


O mundo gemente já
nem se lembra de mim
Eu estou tão diferente que até dá
vontade de rir
E nada me diz
que eu vou sair daqui

Na terra onde o sol se põe
com tons de rubi
até os cães a ladrar
me lembram de ti
E nada me diz
que eu vou sair daqui

E a mente não que descansar
A SEDE não pode acabar
E os dias seguem
e os dias seguem
e...
nada vem a seguir

E gente lá fora a passar
gente igual a mim
que vida andará a levar
para correr tanto assim?
E nada me diz
que eu vá sair daqui

Já nada me resta para dar
nem sequer a ti
Agarro alguém para dançar
e ver que posso te sentir
E nada me diz
que eu vá sair daqui

Balada da SEDE - Jorge Cruz


Tuesday, February 15, 2005

«Can you feel it?»


Marcus Gebin (Olhares)


Há imagens que realmente dizem tudo...

Uma questão de...


(Dedicado à nossa querida amiga Paula Bobone. Para que saibam que neste blog ninguém fica esquecido...)