Monday, February 21, 2005

Legislativas 2005: resultados finais no continente e ilhas

PS: 45,05% (120 deputados) 2.573.302 votos
PSD: 28,69% (72) 1.638.931
CDU: 7,57% (14) 432.139
CDS-PP: 7,26% (12) 414.855
BE: 6,38% (8) 364.296
PCTP/MRPP: 0,84% (0) 47.745
PND: 0,70% (0) 39.986
PH: 0,30% (0) 16.866
PNR: 0,16% (0) 9365
POUS: 0,10% (0) 5572
PDA: 0,03% 1604
Votantes: 5.711.981 (65,02%)
Abstenção: 3.072.721 (34,98%)
Brancos: 103.555 (1,81%)
Nulos: 63.765 (1,12%)


Dados actualizados pelo Secretariado Técnico dos Assuntos para o Processo Eleitoral (Stape)

Saturday, February 19, 2005

Da Weasel - Nunca me deixes

A noite era calma,
a chuva era intensa...
uma fartasana mas isso é sem ofensa..
sou eu e ela naquele fartote..amor, prazer...
e eu mostrava o meu forte...com muita calma..
com muito amor...ela naminha alma e eu gritando por favor...

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)

Meu amor..minha dor...meu prazer...
meu terror...razão de toda afé e desgraça no criador...
tarde de verão..noite de inverno...
brisa de paraíso ou chama de inferno...
és como dois em um...versão concentrada...
para a minha razão..angustiada serenata...
sempre ao meu lado..sempre longe de mim...
sempre mais que suficiente...sempre assim assim

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)

Embora...agora tudo passou!!..
ela endoideceu...e logo me largou...
sem preconceito andar á deriva...eu andava só...
e não tinha mais saida...agora meu irmão..
pensa um bocado...como passarias se estivesses neste caso...
entre duas paredes num lugar estreito...
é como querer nadar sem ter o braço direito!!!

Refrão:
Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)

interrupção instrumental...

Nunca me deixes preciso de ti
o amor é um loucura e tu precisas de mim em qualquer altura em qualquer lugar
sinto a tua presança até no meu olhar...(bis)


Esta música marcou-me... Pronto, que querem que eu faça?
DA WEASEL FAN!!

Thursday, February 17, 2005

O Fogo!




És o fogo da minha vida
A razão do meu viver
A tua alma é me querida
Razão para eu morrer

Vivo sem ti,
Ou tento viver?
O que irei fazer aqui?
Controlo o meu ser...

O fogo que não aquece
O sentimento que grita
O fogo que desvanesce
A minha alma aflita

Apenas controlo
A minha incandescência
O teu fogo é o meu âmago
Tu minha impenitência...

Wednesday, February 16, 2005

O desejo...





A morte, que tanto desejamos...Ou não? Talvez tenhamos medo dela, mas no fundo julgo que todos queriamos sentir-nos mortos, para ver qual a sua sensação. Não sei, falo por mim. Não para nos mantermos mortos, mas sim para apenas saber o que será daqui a uns anos. Julgo que apenas vivemos uns tempos assim. Ai vida... Não te damos o devido valor, mas também não podemos dar mais. E quanto à morte, aqui a esperamos.
Perguntam vocês: Mas o que tem esta imagem a ver com a morte? Eu leio na imagem o drama da solidão, e que há de mais morto que a solidão? Quando estamos sós, só desejamos a morte, daí uma faca ao lado da rapariga. Difícil talvez definir o que é estar só, mas isso não se explica, sente-se. Só através daquele mistério é uma simples icógnita... E pergunto eu: Será que quando queremos estar sós, é quando desejamos a morte?...

Alexandre MM Caetano

Amor...

Nao sei se terei muita coisa a dizer sobre este sentimento inesplicável, visto ser um sentido contraditorio como diz a frase que todos conhecem: "Amor é fogo que arde sem se ver, é ferida que doi e nao se sente, é um contentamento descontente...".
Sentidos contraditórios, este sentimento mais abstracto que todos os outros, e complicado na sua perfeição...
Perfeição?! Terei dito perfeição?! Será tão perfeito um sentimento que nos faz sofrer, até a mais sentida lagrima cair?
Será perfeito um sentimento que causa muitos outros tais como ciúme ódio e vingança?
Para mim é. O ódio nao provoca amor, a vingança também não. Só o amor tem poder para tal, por tanto amarmos uma pessoa, acabamos por fazer coisas que provávelmente não se explicam como vindas do amor. O amor nao traz só beijos, carinhos, abraços e felicidade. Desengane-se quem pensar que assim é. O amor traz consigo um turbilhão de sentimentos por vezes indesejados. Porque amar nao é aceitar tudo, aliás, onde tudo é aceite desconfio que haja falta de amor.
Será que alguém poderá dizer que sente amor?! Ninguém sabe qual é o limite, "amo muito" será suficiente para dizer que é amar? Dizer "amo pouco" será que já é amar? É difícil entender, já que a medida do amor é amar sem medida.
Nao sou ninguém para estar aqui a dizer isto, apenas tento perceber uma coisa que nunca ninguém conseguirá explicar.
Porque amar nao é o que queremos sentir mas sim o que sentimos sem querer.
O amor não conhece o que se possa chamar de vitória, apenas alguns pequenos sucessos estratégicos, antes do desastre final, da morte ou da indiferença.

Quem ama demais, nao ama o suficiente...

«Sede»

Fotografia de Elizete Nascimento (Olhares)


O mundo gemente já
nem se lembra de mim
Eu estou tão diferente que até dá
vontade de rir
E nada me diz
que eu vou sair daqui

Na terra onde o sol se põe
com tons de rubi
até os cães a ladrar
me lembram de ti
E nada me diz
que eu vou sair daqui

E a mente não que descansar
A SEDE não pode acabar
E os dias seguem
e os dias seguem
e...
nada vem a seguir

E gente lá fora a passar
gente igual a mim
que vida andará a levar
para correr tanto assim?
E nada me diz
que eu vá sair daqui

Já nada me resta para dar
nem sequer a ti
Agarro alguém para dançar
e ver que posso te sentir
E nada me diz
que eu vá sair daqui

Balada da SEDE - Jorge Cruz


Tuesday, February 15, 2005

«Can you feel it?»


Marcus Gebin (Olhares)


Há imagens que realmente dizem tudo...

Uma questão de...


(Dedicado à nossa querida amiga Paula Bobone. Para que saibam que neste blog ninguém fica esquecido...)

Nunca é demais lembrar que...

... a informação é o primeiro passo para a protecção.

Magnolia


Há falta de chuva, não é? Não se preocupem... Afinal, sempre pode chover sapos.

Monday, February 14, 2005

«Amo-te»

Albanês - Te dua
Alemão - Ich liebe dich
Alemão (Suíço)- Ich lieb' Di'
Árabe (Marrocos) - Ana moajaba bik
Árabe (para homem) - Ana behibak
Árabe (para mulher) - Ana behibek
Arménio - Yes kez sirumen
Bahasa (Indonésia) - Saya cinta padamu
Bambara - M'bi fe
Bangla - Aamee tuma ke bhalo aashi
Bielorusso - Ya tabe kahayu
Bisaya - Nahigugma ako kanimo
Búlgaro - Obicham te
Cambojano - Soro lahn nhee ah
Catalão - T'estimo
Checo - Miluji te
Cheyenne - Ne mohotatse
Chichewa - Ndimakukonda
Chinês (Cantonês) - Ngo oiy ney a
Chinês (Mandarim) - Wo ai ni
Concani - Tu magel moga cho
Coreano - Sarang Heyo
Corso - Ti tengu caru (para homem)
Crioulo (francês) - Mi aime jou
Croata - Volim te
Dinamarquês - Jeg Elsker Dig
Eslovaco - Lu`bim ta
Esloveno - Ljubim te
Espanhol - Te quiero / Te amo
Esperanto - Mi amas vin
Estónio - Ma armastan sind
Etíope - Afgreki'
Faroês - Eg elski teg
Farsi (Irão)- Doset daram
Filipino - Mahal kita
Finlandês - Mina rakastan sinua
Francês - Je t'aime, Je t'adore
Gaélico - Ta gra agam ort
Gaélico (Escócia) - Tha gra\dh agam ort
Galês - 'Rwy'n dy garu
Georgiano - Mikvarhar
Grego - S'agapo
Gujarati - Hoo thunay prem karoo choo
Havaiano - Aloha wau ia oi
Hebreu (para homem) - Ani ohev et otha
Hebreu (para mulher) - Ani ohev otah
Hindu - Hum Tumhe Pyar Karte hae
Hmong - Kuv hlub koj
Holandês - Ik hou van jo
Hopi - Nu' umi unangwa'ta
Húngaro - Szeretlek
Inglês - I love you
Inuit (Esquimó) - Negligevapse
Irlandês - Taim i' ngra leat
Islandês - Eg elska tig
Italiano - Ti amo
Japonês - Aishiteru
Latim - Te amo
Letão - Es tevi miilu
Libanês - Bahibak
Lituano - Tave myliu
Malaio - Saya cintakan mu / Aku cinta padamu
Malayalam - Njan Ninne Premikunnu
Marathi - Me tula prem karto
Mohawk - Kanbhik
Nahuatl - Ni mits neki
Navajo - Ayor anosh'ni
Norueguês - Jeg Elsker Deg
Papiamento - Mi ta stimabo
Persa - Doo-set daaram
Polaco - Kocham Ciebie
Português - Amo-te
Romeno - Te ubesk
Russo - Ya tebya liubliu
Servo-croata - Volim te
Sioux - Techihhila
Suahili - Nakupenda
Sueco - Jag alskar dig
Swahili - Ninapenda wewe
Tagalog - Mahal kita
Tahitiano - Ua Here Vau Ia Oe
Tailandês - Chan rak khun (para mulher) Thai - Phom rak khun (para homem)
Tailandês - Wa ga ei li
Tamil - Nan unnai kathalikaraen
Turco - Seni Seviyorum
Ucraniano - Ya tebe kahayu
Urdu - mai aap say pyaar karta hoo
Vietnamita - Anh ye^u em (para mulher)
Vietnamita - Em ye^u anh (para homem)
Yiddish - Ikh hob dikh
Yoruba - Mo ni fe


«O homem não morre quando deixa de viver, mas sim quando deixa de amar.»


Charlie Chaplin


«Amar é querer estar perto, se longe; e mais perto se perto.»


Vinícius de Moraes

Saturday, February 12, 2005

NÃO QUERO!!

Não quero esta merda de vida. As coisas pareciam estarem-se a endireitar, mas não posso viver assim! Foda-se! Puta de vida! Por mais que se tente não dá! Cá por dentro estou cada vez mais convencido a mudar de cidade. Estou incapaz de viver com velhos xonés em casa! Não dá para mim! E se assim for, mudarei mais cedo do que o previsto. Não dá! Mas que merda é esta de ter de aturar um velho que não me é nada na familia? Por obrigação, não? Não dá! Em breve irei enlouquecer. E como é obvio, isto depois muda tudo, já em casa começaram as chatices, porque irei ter que alterar alguns hábitos meus. Eu? MAS QUE MAL FIZ EU?! Não, o resto que se habitue! Estou incapaz de mudar em mim, no meu feitio seja o que seja, quem gosta, gosta, quem não gosta, que se mude! Mas agora já nem em minha casa estou à vontade? Foda-se! Vão mas é todos PÁ PUTA QUE OS PARIU! Não tenho culpa nenhuma em que ninguém bata bem da bola nesta familia, não vou ser eu a levar com isto! Não! Não quero! Agora olha, vivam eles, que mais depressa morrerei a sobreviver assim!



MAS QUE MAL FIZ EU?!...

Friday, February 11, 2005

Mais um esclarecimento: o Carnaval e a Páscoa

Curiosidades sobre o Carnaval...

A palavra Carnaval tem sido estudada ao longo dos tempos por vários pesquisadores. Segundo François Rabelais, no livro A Cultura Popular da Idade Média refere que «na segunda metade do século XIX, numerosos autores alemães defenderam a tese que a palavra carnaval viria de Kane ou Karth ou lugar santo, isto é comunidade pagã, os deuses e seus seguidores, e de Val ou Wal ou morto, assassinado, que dizer procissão dos deuses mortos, uma espécie de procissão de almas errantes do purgatório identificada desde o século XI pelo normando Orderico Vital, como se fosse um exército de Arlequins desfilando nas estradas desertas buscando a purificação de suas almas. Essa procissão saía no dia do Ano Novo, durante a Idade Média».
Para outros estudiosos, vem de Carrum Navalis, os carros navais que faziam a abertura das Dionisías Gregas nos séculos VII e VI a.C. e, para outros, a palavra Carnaval surgiu quando Gregório I, o Grande, em 590 d.C. transferiu o início da Quaresma para quarta-feira, antes do sexto domingo que precede a Páscoa. Ao sétimo domingo, denominado de “quinquagésima” deu o título de “dominica ad carne levandas”, expressão que se teria sucessivamente abreviado para “carne levandas”, “carne levale”, “carne levamen”, “carneval” e “carnaval”, todas variantes de dialectos italianos e que significam acção de tirar, quer dizer: “tirar a carne”. A terça-feira seria legitimamente a noite do carnaval. Seria, em última análise, a permissão de se comer carne antes dos 40 dias de jejum, Quaresma.
A origem do Carnaval vem do inconsciente colectivo dos povos. A Portugal, os festejos carnavalescos chegaram nos séculos XV e XVI. Nessa época, as ruas enchiam-se de pessoas que encenavam verdadeiras lutas. Havia o hábito de se comemorar o Entrudo à vassourada e à bordoada com colheres de pau. Em 1817 surgem os primeiros editais, fixados pelo intendente geral de polícias, a limitar as brincadeiras desta época festiva. Já nos finais do séc. XIX, as cidades de Porto e Lisboa quiseram pôr fim aos excessos e começaram a organizar bailes de máscaras em clubes. A chegada do Entrudo é festejada nas localidades portuguesas, com mais ou menos entusiasmo, de acordo com a tradição carnavalesca da região. Estando a origem das máscaras relacionadas com cultos antigos, o imaginário de um indivíduo é invadido por fantasias, e o ritual de transformação é preconizado todos os anos, como que uma metamorfose social.
por CRISTINA CORREIA
Lamego Hoje - 26-02-2004

Páscoa - Tradições e Símbolos

As Tradições e Símbolos Pascais
A Páscoa que celebramos nos dias de hoje pouco ou nada tem a ver com a que era inicialmente celebrada, tendo sido deturpada ao longo do tempo, sobretudo com a introdução de inúmeros rituais de origem pagã.
A palavra Páscoa tem origem no hebraico Peseach, que significa passagem, transição. A Páscoa cristã é ela própria uma adaptação das celebrações judaicas da Páscoa, em que se celebra a libertação do povo Judeu e a passagem do Egipto para a Terra Prometida através do Mar Vermelho, chefiada por Moisés. Os primeiros cristãos, sendo principalmente judeus que abraçaram a nova religião, continuaram a celebrar a libertação do povo judeu mas atribuíram-lhe um novo significado, utilizando como mote um outro tipo de passagem - a da morte para a vida, com a ressurreição de Jesus que, por coincidência, teve lugar na altura em que os judeus celebravam a sua Páscoa.
Da Páscoa cristã ficaram-nos as seguintes tradições e símbolos:
- a Cruz da Ressurreição: representa o sofrimento e a ressurreição de Jesus Cristo.
- o Cordeiro: simboliza Cristo, que é o filho e cordeiro de Deus, sacrificado em prol de todo o rebanho (humanidade). Embora tido como símbolo da Páscoa cristã, o cordeiro já era muito importante na Páscoa judaica e nos cultos Teutónicos, onde era frequente o sacrifício de animais aos deuses.
- Pão e Vinho: representando o corpo e sangue de Jesus, o pão e o vinho são dados aos seus discípulos, para celebrar a vida eterna.
- o Círio: vela de enorme dimensão que se acende no sábado de Aleluia, que simboliza "Cristo, a luz dos povos". Alfa e Ômega nela gravadas querem dizer: "Deus é o
princípio e o fim de tudo".
A palavra anglo-saxónica que significa Páscoa (Easter) tem origem pagã: deriva de Eastre, o nome da deusa Teutónica símbolo da primavera e da fertilidade, tradicionalmente celebrada durante o mês de Abril. Deste culto da natureza pelos antigos ficaram-nos tradições como a dos ovos de Páscoa e do Coelhinho da Páscoa. De facto, os coelhos simbolizam fertilidade e os ovos coloridos vida renovada, um velho ciclo que termina para dar lugar a outro que começa na Primavera. Nos países de influência anglo-saxónica são muito comuns os jogos com ovos coloridos, e a imagem dos coelhinhos é uma constante durante todo o período de celebração da Páscoa.
- Coelhinho da Páscoa: esta tradição nasceu na Alemanha, há muitos séculos, pelo que se dizia às crianças que os coelhos levavam os ovos e os escondiam nas ervas. Na manhã do dia de Páscoa as crianças tinham de procurar os ovos escondidos pelos coelhinhos.
- Ovos da Páscoa: os ovos de Páscoa são um costume típico de muitos países. Quer sejam ovos de galinha pintados, tradicionais sobretudo na Polónia e na Ucrânia, quer ovos de chocolate envoltos em papel decorativo brilhante, recheados de amêndoas e enfeitados com bonitas fitas, segundo os costumes mais ocidentais, o que é certo é que os ovos fazem parte do nosso imaginário pascal.
A datação da Páscoa
Ao contrário do que acontece com outros feriados e celebrações religiosas, a Páscoa não tem uma data fixa. Assim, no Concílio de Niceia (séc. IV d.C.) convencionou-se que a data da Páscoa fosse calculada em função da lua, entre os dias 22 de Março e 25 de Abril. Deste modo, o domingo de Páscoa é marcado para a primeira lua cheia depois do início da Primavera. Sendo que a Primavera se inicia a 21 de Março, a lua cheia determina que a Semana Santa se celebre entre 8 (Domingo de Ramos) e 15 de Abril (Domingo de Páscoa).Os quarenta dias que antecedem o Domingo de Páscoa denominam-se Quaresma, que para os cristãos é um período de oração, penitência e (alguma) abstinência, embora hoje em dia em Portugal estas práticas não sejam tão rigorosas como antigamente. A título de exemplo, no passado, durante a Quaresma, havia a total proibição de ingestão de alimentos de origem animal; nos dias de hoje, e em apenas alguns lares, apenas se evita comer carne à sexta-feira, enquanto dura a Quaresma.
Fonte: Comezainas