Andava eu numa altura à busca do impossivel, tentar-me aproximar de uma estrela, mas a minha vida foi curta para lá chegar.
Que força é esta?
Esta que nos separa
Vê, observa, repara!
Temos de vencê la nesta...
Nesta vida! Não noutra!
Isto come me aos bocados
Não quero viver mais isto! outra!
Tou farto de sermos maltratados.
Por favor vem para cá,
Para ao meu lado viver.
Não digas para sempre, pa...
Um dia temos de morrer.
Mas este processo já comecei
Morro lentamente...
Isto sim... para sempre!
E é por esta distância que morrerei...
Monday, September 13, 2004
The Crow
"As pessoas acreditavam que quando alguém morria, um
corvo carregava a alma para a terra dos mortos. Mas, às vezes, algo tão mau
acontece, que uma tristeza enorme é levada junto, e a alma não consegue
descanso. E às vezes, só às vezes, o corvo pode trazer a alma de volta para
consertar as coisas erradas."
Sunday, September 12, 2004
Essas mulheres...
Apesar de ja todos sabermos que este blog vai acabar, um dia, por tornar-se num blog de baixo nível, achei que ficaria bem começar com alguma coisa séria. Só para não parecer mal, claro...
Recebi este texto por mail há uns tempos e, realmente, dá que pensar... Para ler e reflectir:
Recebi este texto por mail há uns tempos e, realmente, dá que pensar... Para ler e reflectir:
A Mãe e o Pai estavam a ver televisão, quando a Mãe disse: "Estou cansada e está a fazer-se tarde. Vou deitar-me". Foi à cozinha fazer umas sandwiches para os almoços do dia seguinte na escola, passou por água as taças das pipocas, tirou carne do congelador para o jantar do dia seguinte, confirmou se as caixas dos cereais não estavam vazias, encheu o açucareiro, pôs tigelas e talheres na mesa e preparou a cafeteira do café para estar pronta a ligar no dia seguinte. Pôs ainda umas roupas na máquina de lavar, passou uma camisa a ferro e pregou um botão que estava a cair. Guardou umas peças do jogo que ficaram em cima da mesa, e pôs a agenda do telefone no sítio dela. Regou as plantas, despejou o lixo, e pendurou uma toalha para secar. Bocejou, espreguiçou-se, e foi para o quarto. Parou, ainda, na secretária e escreveu uma nota para o professor, pôs num envelope o dinheiro para uma visita de estudo e apanhou um caderno que estava caído debaixo da cadeira. Assinou um cartão de parabéns para uma amiga, selou o envelope e fez uma pequena lista para a mercearia. Colocou ambos perto da carteira. Nessa altura o Pai disse lá da sala: "Pensei que tinhas ido deitar-te". "Vou a caminho"- respondeu ela. Pôs água na tigela do cão, e chamou o gato para dentro de casa. Certificou-se que as portas estavam fechadas. Espreitou para o quarto de cada um dos filhos, apagou a luz de um candeeiro, pendurou uma camisa, atirou umas meias para o cesto da roupa suja, e conversou um bocadinho com o mais velho que ainda estava a estudar. Já no quarto, acertou o despertador, preparou a roupa para o dia seguinte e arrumou os sapatos. Depois lavou a cara, pôs creme, lavou os dentes e acertou uma unha partida. Por essa altura, o Pai apagou a televisão e disse: "Vou deitar-me". E foi... sem mais nada.
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